#EscutaAí Nostalgia! – Nacionais

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#NayIndica YOUTUBERS QUE BOMBAM!

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Que o Youtube está dominando a Internet não há a menor dúvida. Cada vez mais as pessoas se arriscam nessa vida de Youtuber, que mesmo sendo um termo mais recente e que muita gente não acredite, é um trabalho sim – talvez apenas um pouco mais divertido, mas é – e muita gente já sobrevive apenas dele. Mas não são todos que “vingam” e acabam não conseguindo subir seu canal (tem que ter talento e tem que conseguir cativar um “público fiel” de alguma forma). Seja com games, comédia, gastronomia, conteúdo informativo, fitness… São várias as opções pra quem quer realmente encarar esse mercado gigante e que tem cada vez mais procura. O melhor de tudo: Continuar lendo “#NayIndica YOUTUBERS QUE BOMBAM!”

O mal das pessoas!

O mal das pessoas é acharem que só por aceitarmos opiniões e críticas, devemos dizer amém e fazer tudo o que acham eles que é o correto. Amigo, se fosse assim, conselho seria seguido e muitas caras evitariam serem quebradas. Uma coisa é aceitar opinião e respeitar o pensamento alheio e outra, totalmente diferente, é deixar a nossa personalidade pra satisfazer o ego de muitos que não sabem buscar as coisas por si só e precisam ficar cuidando de outros para se ocupar.

O mal das pessoas é acharem que só elas têm problemas e só elas podem reclamar. Olha pro seu lado. Se for o caso, dá um “Google” e pesquisa os bilhões de pessoas que existem no mundo. Todo mundo sempre está passando por alguma coisa, algumas só não falam, porque sabem que ficar se lamentando o tempo todo nunca resolveu nada.

O mal das pessoas é não enxergarem mais – nem aos outros, muito menos a si mesmas. Quando você não se entende, jamais entenderá ao outro.

O mal das pessoas é quererem prender, ao invés de querer compartilhar a vida com o outro. Não é ciúme, é insegurança. E, até onde eu sei, sufoco nunca fez alguém ficar.

O mal das pessoas é não saberem dialogar. Opiniões existem para que cada um tenha a sua e brigar nunca resolveu o problema de ninguém.

O mal das pessoas é não conseguirem mais se olhar. A tecnologia, que foi aperfeiçoada para que possamos ficar cada vez mais perto daqueles que estão longe, está nos distanciando daqueles que estão por perto.

O mal das pessoas é só pensarem em trabalho. Dizem que no futuro tudo será robótico. O futuro é agora e nós já estamos virando robôs que vivem em função do “ter”.

O mal das pessoas é não saberem mais “ser”. Com tantos padrões estabelecidos, estamos perdendo nossa própria identidade.

O mal das pessoas é não saberem mais amar, pois têm medo do amor.

O mal das pessoas é não saberem mais sorrir.

Sorria!

Nayara Rosolen

Um brinde ao respeito!

Volta e meia me pego pensando em tudo o que me tornou quem sou hoje, em como minha vida já deu tantas voltas sem rumo pra que eu pudesse finalmente me encontrar. E chega a ser engraçado lembrar como me desesperava com coisas tão simples que hora ou outra iriam acabar se resolvendo sozinhas. Às vezes chego à conclusão de que gostava de sofrer, mas é o contrário. Tinha passado por quase nada e por isso cada pequeno detalhe poderia significar uma bomba.

Certa vez elogiei um amigo por todo seu senso de humor e por saber levar tudo sempre da melhor forma. Ele me disse que só era feliz daquele jeito, porque ele sabia o que era tristeza de verdade. E acho que a vida é assim. Nunca sabemos o quanto podemos suportar até que não tenhamos escolha alguma, a não ser encarar, e é vendo de perto situações como essas que conseguimos distinguir quando as coisas inevitavelmente vão mal ou quando é algo que pouco a pouco irá se ajeitar sem que arranquemos os cabelos. Com o tempo, as responsabilidades vão acumulando e a gente passa a deixar de lado coisas que não dependem ou não diz respeito a nós. E não importa o que as pessoas ao redor possam pensar – até porque isso só diz respeito a elas – começamos a fazer aquilo que nos satisfaz, ao invés de tentar satisfazer as expectativas dos outros.

Isso me faz pensar em quantas vezes acabamos julgando as pessoas sem o mínimo de conhecimento sobre a vida delas. E, mesmo que tivéssemos, que direito temos de apontar os erros dos outros, quando nós mesmos não somos capazes de enxergar os nossos¿ É muito fácil apontar o dedo e despejar tudo o que você pensa sobre alguém, mal sabendo o nome dela. E quantas vezes nos arrependemos após ter a oportunidade de conhecer sua história¿ Por isso digo que não existem pessoas certas ou erradas, existe apenas o lado em que você está e o que vai contrário ao que você pensa. Tudo isso indica que tantas brigas existem pelo fato de que não sabemos escutar as pessoas e aceitar que cada um tem sua opinião. E só prova que, com o respeito, o mundo seria muito melhor. Vamos viver um dia de cada vez, mirando nos nossos propósitos e deixar com que as pessoas busquem os delas, sem interferir ou desejar nada menos do que o que elas merecem. Afinal, é como dizem, gente feliz não enche o saco.

Vamos ser felizes!

Nayara Rosolen

#EscutaAí Bagunça boa!

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“Engraçado como um clique pode te tirar de uma época e ir pra outra completamente diferente, sem nem sair do lugar. Músicas que te fazem lembrar, desde a infância até aquele dia, com aquela pessoa, naquele lugar que você sempre se lembra ao passar em frente. Umas que te fazem rir por um momento com os amigos e outras que te fazem chorar por saudade de alguém. Ainda tem aquelas que Continuar lendo “#EscutaAí Bagunça boa!”

A realidade grita!

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A chuva cai na janela, o único som que se escuta é o das teclas ao serem pressionadas e as gotas que caem na rua, descendo ladeira a baixo. E eu só consigo imaginar como tantas coisas, aparentemente bobas, passam a ser tão importantes a ponto de parecerem membros de nossos corpos que foram descolados quando chega a hora de dizer adeus. Nunca fui do tipo que sofre de fato na hora certa, a minha ficha é sempre a mais lenta, mas quando cai…
É tipo efeito dominó, vai derrubando tudo o que há pela frente, destrói  em segundos tudo aquilo que eu tentei manter intacto por tanto tempo. E acaba sempre do mesmo jeito, o vazio que consome e vai remoendo tudo por dentro, tudo o não existe mais, pois já foi embora com a enxurrada de emoções que quebram a barreira e transbordam pelos olhos como fugitivas. Tudo isso só tem um motivo e não, talvez não fosse pela situação em que se encontrava no momento em que se quebrou, pois muitas vezes aquilo já passou do prazo de validade há muito tempo, talvez nem sentido fizesse ou fosse algo que ainda acrescentasse. Mas os anos passam, as pessoas mudam, os papos vão sumindo, as relações (amorosas ou não) se desgastam, mas o que nunca vai deixar de estar são as lembranças. Essas que nos fizeram chegar aonde chegamos, fizeram ser quem nós somos, nos fizeram conhecer pessoas que nunca imaginamos e agradecer à elas por tudo o que nos tornamos. Outro problema de dizer adeus é que eu não sei como terminar as coisas, talvez porque eu não goste muito do fim, mas a gente tem que aprender que nada dura mais do que deveria durar, as coisas acabam porque simplesmente já fizeram seu papel à que foram enviadas. Sabe como é, aquele velho clichê de que tudo dura o tempo necessário para que possa se tornar inesquecível? Ou que nada acontece por acaso? Ou ainda que de tudo se tira uma lição? É exatamente assim. Acredito que até os sentimentos tenham um prazo de validade, já que tudo o que dura mais do que o necessário acaba se tornando um peso e deixa de ser algo positivo como de fato deveria ser. E assim nós vamos deixando nossos “pesos” e eternizando nossas histórias. Mais um peso foi deixado hoje, mais uma história foi eternizada, alguns sorrisos podem ter ficado mais tristes, mas é mais uma etapa que se renova. A realidade grita e fingimos não ouvir, pedimos só mais 5 minutinhos e, de 5 em 5, criamos algo que nunca imaginamos poder existir. Mas é hora de abrir os olhos, o sol já está batendo na cara e a vida nos chama pra viver.

“Bem-vindo ao mundo real”, é o que quer dizer, com urgência – e insistência -, o barulho do despertador.

Nayara Rosolen

Agradeça e deixe ir!




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Sabe quando vem essa saudade, mas essa saudade boa, essa q faz o coração disparar de leve, da aquele gelinho por dentro e solta aquele suspiro de paz por simplesmente ter tido a oportunidade de experimentar novas sensações. Às vezes, dá um aperto, mas em seguida vem o sorriso pra mostrar que tudo, no fim, valeu a pena. Sem querer bancar a rainha do desapego, porque se tem uma coisa que eu não sou é desapegada, mas as coisas vêm e vão, as pessoas mais ainda. A vida é feita de chegadas e ainda mais partidas. Pode ser que algumas lágrimas escorram pela falta, mas é só mais uma prova de que te fez feliz e, o mais importante, te fez crescer. A dor amadurece junto com você, pra mostrar que pra frente sempre tem mais histórias, mais pessoas, mais sentimentos loucos para serem vividos. E a saudade…ah, a saudade fica ali sim, mas só pra te lembrar do quanto tudo foi maravilhoso.

Obrigada!

Nayara Rosolen