TAG: A primeira vez a gente nunca esquece!

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E aí, gente !?

Sei que já faz um tempo que não aparecem TAG’s aqui pelo blog e eu, que já estava sentindo falta de fazer alguma, fiquei muito feliz quando a Mayara, do blog Devaneadora de Ideias, me indicou. Muito obrigada, linda!!!

A TAG foi criada pela Leporto, no blog 7seasons, e consiste basicamente em descrever como foi sua primeira vez em algo. Vou contar minha história e indicar outros blogs para responderem também! Então, sem mais enrolação, vamos lá…

Meu Primeiro dia na Faculdade!

Avistei o portão com uma faixa enorme onde indicava que ali seria minha universidade por pelo menos os próximos dois anos. Entrei logo com o pé direito, vai que essas superstições funcionam mesmo, né!? Logo ao entrar por uma porta de vidro que acompanhava de um segurança ao lado consegui ver o pátio cheio de novos alunos que pediam ajuda para as moças, que ali estavam exatamente para ajudar alguns perdidos como eu, desde como passar a digital na roleta para poder entrar até encontrar suas devidas salas. No mapa que havia visto no site não tinha percebido um andar acima do que eu me encontrava, o que não é uma novidade, afinal sou a rainha da falta de concentração. Mesmo assim fui confiante que a minha sala estaria escadas acima. Fui degrau por degrau, detalhista que sou, observando cada detalhe do ambiente. Amigos se encontrando depois de alguns meses fora daqui, novatos como eu andando de um lado para o outro se familiarizando com o local e eu, conferindo mais uma vez para onde os cartazes indicavam ser a sala 903. Andava pelo corredor enquanto via de longe um garoto sentado em um dos bancos que ficavam pra fora da sala. Loiros nunca me atraíram muito, mas esse era lindo. Torci pra que fosse da minha sala e, alguns minutos depois, descobri que realmente era, mas como alegria de pobre dura pouco, ela logo se foi ao ver a aliança que brilhava na mão direita do mesmo. Sorri e levei como mais uma piadinha dessa vida “engraçadona”.

Entrei na sala e avistei vários rostos espalhados pelas carteiras. Nenhum conhecido. Depois de toda uma vida estudando com os meus amigos de sempre, dos quais conhecia não apenas o rosto, mas o jeito em cada detalhe, foi um pouco assustador não ir correndo para o abraço de alguém ou encontrar aquela bagunça pós- férias com tantos assuntos para serem postos em dia. E, confesso, mesmo tantos anos sonhando com o dia em que estaria onde estava, por um breve momento quis que os meus amigos fossem aqueles que estavam ali. Sentei na fileira ao lado da parede, onde sempre foi o meu lugar, mas bem mais a frente do que de costume – era a segunda ao lado da porta. Peguei meu celular, como se fosse algum tipo de refúgio ou escape de conversar com alguém, já que eu nunca consigo puxar assunto com desconhecidos e fiquei esperando pelo momento que qualquer bobeira fosse sair da minha boca. Entrou uma menina perguntando se ali era a sala de Gastronomia e eu apenas afirmei. Bom, eu não havia perguntado a ninguém, esperava que fosse. Mas caso estivesse errada, pelo menos não pagaria mico sozinha. Ela sentou uma carteira ao lado da minha e lembro de termos comentado algo sobre o tempo. Aliás, acho que esse é o tema universal para duas pessoas que nunca se viram na vida e não sabem como começar uma conversa. Até aí corria tudo até melhor do que eu imaginava, tinha conseguido contato ao menos com uma pessoa. E então chegou o momento em que eu deveria ter ficado calada e esperado que ela arrumasse algum assunto mais interessante do que a “gincana” que a universidade fazia para os novatos de cada curso. Você pode estar se perguntando o que há de mal nisso, então eu explico como foi a cena. Havíamos ficado sem assunto quando decido olhar para ela e fazer a seguinte pergunta:

– Será que vai ser hoje a gincana? – olho pra ela com a maior cara de inocente e percebo que a pergunta acabou saindo muito mais infantil do que deveria ser, apenas pela cara dela.

Ela olhou como quem não fazia a mínima ideia do que eu estava falando e eu ainda percebi um ponto de interrogação na testa dela que perguntava se eu sabia que ali era um local de ensino superior e não o jardim de infância. Apenas fez como se não soubesse e a partir daí não consegui falar mais nada. Não que eu fosse a louca da gincana e mal estivesse esperando por esse momento. Na verdade eu queria saber como iria conseguir fugir dele. Pra mim seria mais uma daquelas brincadeiras de correr ou testar sua agilidade com o outro e eu, como a gordinha que fugia da educação física no colégio, já se pode imaginar como me sentia em relação a isso. Mas não tive muito que fazer três dias após o início das aulas, quando nos levaram de surpresa para o ginásio em um campus logo perto ao meu. Então fiquei divida em dois sentimentos: o de mostrar que eu estava certa e aquilo realmente existia pra menina que me achou meio “a fugitiva do hospício”, apesar de não fazer mais sentido já que ela já havia se enturmado com mais 4 outras meninas que formaria seu grupinho mais tarde naquele mesmo dia e eu continuava sem me enturmar direito, e o medo de ter que passar por coisas que eu não fosse capaz de fazer devido a minha falta de habilidade em situações com público. Para a minha sorte, e alívio, as dinâmicas aconteciam em grupo.

Imatura? Despreparada? Carente dos amigos? “Caipirice” da menina do interior morando na “cidade grande” pela primeira vez? Isso é o que vamos descobrir essa sexta no Globo Repór… Hahahahaha Sério, fazem 2 anos e minha cara ta queimando até hoje. Não tem graça. Mas podem rir. Ok. Agora já podem parar. 

É, o primeiro dia barra mico barra “Por que eu sou assim?” na faculdade… A primeira vez a gente nunca esquece.

E agora eu quero saber de vocês, qual é o momento mais marcante, merecedor de um “A primeira vez a gente nunca esquece”??? 

Ulalah Mundo 

A Dama Aprendiz 

Andreza Duarte

Pitacos e Achados

Sobre Cartas e Cantos

Gustavo Roubert 

Only Secret Dreams 

Um Sonho Encantado

La Amora 

VIVIMETALIUN

Espero que tenham gostado, 

beeeijos!

4 comentários sobre “TAG: A primeira vez a gente nunca esquece!

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