Está tudo bem

O bom da vida mesmo, é quando a gente para de se importar. Isso mesmo, quando a gente deixa tudo para lá. Todas as preocupações, irritações sem motivos e ansiedade exagerada.

Com o tempo passamos a entender que cada ser humano tem seu próprio tempo e jeito de levar as coisas, que ninguém nunca vai alcançar as nossas expectativas, pois cada um tem suas próprias.

Um compromisso desmarcado não deve acabar com seu dia, uma resposta mal dada talvez só tenha esse peso do seu ponto de vista. Há dias em que não estamos em sntonia com as pessoas ao nosso redor. E está tudo bem. Isso não precisa tomar uma importância maior do que tem.

As pessoas nunca serão as mesmas para sempre. Nós passamos por fases o tempo todo. Isso explica tantas chegadas e partidas, assim como as idas e voltas das mesmas pessoas. Se no momento as energias não estiverem batendo, a vida dá um jeito de colocar cada um no próprio trilho, até o momento em que vocês possam se encontrar de novo no meio do caminho. Ou não. Qualquer que seja o destino, está tudo bem.

Julgar pessoas diferentes, com contextos desconhecidos, que passam por situações qe não fazem parte da sua realidade, não te faz uma pessoa melhor. Nem torna o outro pior. Cada um tem suas próprias lutas também. E, acredite, por mais próximos que possamos ser, nunca sabemos o que realmente passa dentro do outro. Há coisas dentro de nós que nós mesmos não conseguimos entender. Quem dirá explicar.

Se não deu certo agora, talvez não seja a hora. A frustração não pode te impedir de dar novos passos ou fazer desistir de um sonho. Começar a sofrer antecipadamente não vai fazer com que a situação passe mais rápido. Talvez nem aconteça. Se desesperar diante dos desafios não faz com que você os ultrapasse. Não duvide da sua capacidade. Por pior que possa parecer, sempre há um caminho. E se mesmo assim não for possível resolver, não se culpe. Estamos aqui para aprender.

A vida é muito mais do que números, aprovações do mundo e um sucesso definido pelos outros. Nós somos mais do que aquilo que conseguimos fazer ou demonstrar.

Se apegue só com o que você realmente é e com o que tem no presente. Daqui alguns segundos, tudo pode mudar. E está tudo bem.

Nayara Rosolen

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Ansiedade

Há algum tempo eu venho parando para tentar entender tudo o que acontece ao meu redor, assim como o jeito que reajo às situações. Às vezes é bem cansativo. Às vezes eu nem preciso queimar tanto os neurônios, é tipo um insight. E algumas respostas é como se eu nunca fosse ter. Até porque, acho que existem coisas que a gente não precisa saber. Ou talvez precisamos viver mais para aprender. Vai saber.

Tem dia que dá tudo errado e eu tenho vontade de sumir. Tem dia que dá tudo certo e mesmo assim parece ter algo fora do lugar. E tem dia que mesmo com tudo conspirando contra, eu ainda consigo manter minha mente ao meu favor e agradecer por tudo estar fora do lugar. É que geralmente esses momento acontecem para que as coisas comecem a se reorganizar. É bem louco, a gente se questiona, mas no final acaba vendo que tudo fez sentido.

Nem sempre a gente consegue dar conta das nossas responsabilidades, enquanto a vida tá cobrando o dobro do que a gente já não tem feito direito. Eu falo a vida, mas na verdade são as pessoas ao nosso redor e às vezes até nós mesmos. É cobrança por todo o lado, notificação toda hora, alarme pra tudo, gente cobrando explicação, a mente te lembrando que não vai ter jeito, não vai dar conta. Tudo mentira.

A ansiedade meio que passa a fazer parte da nossa rotina. Acordar com o coração acelerado achando que está sempre atrasado, a cabeça martelando mesmo quando a gente sabe que merece um descanso, a feia mania de achar que tem que levar o mundo nas costas, se importar com todas as pessoas. Menos com a que mais precisa de atenção: nós mesmos. O corpo trava, o cérebro acelera até o limite. Aí chega uma hora que pifa.

Fica difícil trazer a mente para um lugar bom e seguro de novo depois de se afundar. A gente tem que tirar força da onde não tem. Mas depois de um tempo é preciso aprender a lidar. Porque ou a gente se coloca e coloca nossa saúde mental em primeiro lugar, ou começa a pirar.

Música, meditação, yoga, palestra sobre autoconhecimento, livro de autoajuda, terapia, sair com as amigas, chorar pra lavar a alma, orar. Cada um tem um refúgio onde se encontrar.

Nayara Rosolen

 

TÁ TUDO CERTO

A gente muda mesmo, “mores”. A gente tá aqui pra viver, aprender, se reinventar. Qual seria a graça de ser sempre o mesmo? O melhor da vida é experimentar.

Num dia a gente espera pelo príncipe encantado, no outro a gente corre atrás daquele carinha só pra dar uns beijos. Hoje a gente não curte muito a combinação de água salgada com areia, amanhã a gente quer virar sereia. Ano passado a gente assistia carnaval pela TV, só pra criticar, e ano que vem a gente pode estar pulando na Sapucaí. Eu posso ter pânico de avião e amanhã querer viajar o mundo.

Sua família pode não concordar, sua vizinha pode comentar, seus amigos podem olhar meio estranho. Afinal, é difícil mesmo encontrar quem não tem medo de ser o que é, fazer o que gosta, com quem gosta, na hora que bem entender. Causa espanto. Essa tal de coragem é para poucos – felizes os que têm.

Ninguém pode te julgar por querer transformar o que te incomoda. E muito menos por se aceitar do jeitinho que você é. Tudo certo querer ficar em casa no sábado a noite, se é o que te faz bem. Festar o final de semana todo? Tá liberado também.

Tá tudo bem trocar a Medicina pela Arte. Ok se você já não se sente você com o que vê no espelho. Não faz mal repaginar o guarda-roupa, cortar o cabelo, fazer o que quiser no seu corpo. Não tem problema nenhum se arrepender por coisas que já fez ou disse (só não vale se martirizar). Tá feito, tá dito. Bora mudar.

Deixa a língua queimar, deixa a alma vibrar. Hipocrisia mesmo é a fala que mente, é não viver o que sente.

Nayara Rosolen

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Hoje não

Hoje eu passei o dia refletindo. Lembrei de alguns momentos, fantasiei outros, mas não subiu o nó na garganta. Hoje não. Hoje eu poderia ter me me aborrecido por falta de consideração, me ofendido por coisas que se tornaram grandes demais em outra época. Hoje não. Hoje eu poderia mais uma vez ter ido atrás ou […]

Sobre ser grato

Bom dia, lindjos!!!

Voltamos das férias, é isso mesmo??? É isso sim! Hahahaha Depois de uma bela (e merecida) férias, voltei cheia de energia e saudade de escrever nesse lugarzin lindo!

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Como eu disse no meu último post, fui viajar. Foi incrível. Vivi muita coisa legal, conheci muita gente, ri bastante, me diverti!!! Infelizmente minha internet estava uma droga e eu não consegui compartilhar nada com vocês no insta do blog, como disse que faria. Masss estamos de volta. Quero me dedicar mais ao insta, porque eu AMO fotinhos e é uma das redes sociais preferidas, quero compartilhar muito amor com vocês por lá também. Então não esqueçam de seguir: @sorrirparaencantar.

E hoje, como é meu primeiro post depois desse tempinho e o dia em que tudo está voltando a rotina (olá, faculdade!), queria MUITO falar sobre algo leve, lindo e feliz, pra começar essa nova etapa em um clima bem good vibes mesmo Hahahaha

Eu gosto muito de falar sobre gratidão e o quanto ela muda a nossa vida a partir do momento que passamos a te-la dentro de nós. E falo isso porque mudou a minha.

Dia desses estava perambulando pelo Tumblr e dei de cara com um textinho que resume exatamente como funciona essa troca de boa energia e gratidão com o mundo. Não poderia deixar de compartilhar aqui com vocês:

“Quando você agradece pelas pequenas coisas, mostra que está pronto pra receber maiores. Por exemplo, pense comigo, se você tivesse um filho pequeno e desse um carrinho da Hot Wheels pra ele e ele só dissesse um obrigado seco, você sentiria vontade de dar presentes melhores? Mas, e se, ele agradecesse com entusiasmo e fizesse um super desenho dele com você e o carrinho, o que você faria? Eu teria vontade de na próxima dar um carrinho de controle remoto, a gasolina ainda, haha. Parece simples, mas muitas vezes nos esquecemos disso. A gratidão abre as portas. E não devemos ser gratos somente àqueles que podem nos dar alguma coisa, mas até mesmo às pessoas que parecem invisíveis no nosso dia a dia. Comece a agradecer e, aos poucos, tudo começa a mudar. E você vai começar a perceber o quanto sua vida é realmente boa. Que tal agradecer pela comida que você tem a mesa, pela sua casa, pela sua família e pelos seus amigos? Que tal mandar uma mensagem agora pra aquela pessoa que tem te ajudado todos os dias e você não tem dito isso a ela, não tem expressado o quanto ela é especial na sua vida?”

Que sejamos gratos, sempre e em qualquer situação.

Beeeijos,

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Prepara que lá vem textão: Férias + Reflexão

Hoje é quarta, dia de texto, mas não tem texto – dependendo de como você enxergar esse post. Percebi que a maioria das coisas que tenho escrito são reclamações, mesmo que sempre acabem em um tom de conselho – esse meu lado aspirante-a-psicóloga-especializada-nos-problemas-das-amigas não me larga. Mas, tudo bem, eu só comecei a escrever porque tinham coisas que precisavam ser jogadas em palavras. E isso se tornou muito mais que desabafos trancados a 7 chaves.

Minhas palavras se tornaram um blog, que se tornou em muitas outras oportunidades nesse meio. Sou tão grata. Sou tão feliz. Cresci tanto. Conheci tanta gente. Escutei tanta coisa. Aprendi a me amar. Tem coisa mais linda que isso?

A internet é uma coisa doida. A gente se sente íntima de pessoas que nem sabem da nossa existência. A gente escuta verdades que nos fazem lidar com nossos monstros internos. A gente se liberta. Eu me libertei.

Há dois anos eu fiz uma viagem sem medo de ser feliz. Estava com pessoas de bem – meus amigos – que sempre me incentivaram a ser como eu realmente sou. E eu fui. Não fiquei mais trancada dentro do quarto, quase virei um peixe de tanto que entrei na água (de maiô, um avanço, diga-se de passagem), desci de um escorrega no meio do mar – minha mãe me perguntou quem era aquela e o que tinham feito com a filha dela quando mandei o vídeo. Tudo isso fez mudar meu conceito de férias-praia-calor.

Não que o resto do ano tenha sido maravilhoso, não foi. Passei por uma série de mudanças, tive que me enxergar de verdade. Esse foi o ponta pé inicial para o ano seguinte (que foi ano passado). Nunca fiz tanta coisa ao mesmo tempo. Era como se eu estivesse colocando em prática tudo aquilo que eu sonhei por anos antes de dormir, de uma vez só. E só agora, longe de toda a loucura, eu consigo ver quão grande foram os passos que eu dei. Foi incrível.

Tá, Nayara, mas o que isso tem a ver?

No meio de toda essa reflexão durante esses dias que estou passando na casa dos meus pais, vi que esqueci de lembrar de mim. Esqueci de respirar fundo, de entender qual era o real problema quando eu me sentia mal. Percebi que descontei em coisas e pessoas que em nada tinham a ver. Não me dei um tempo para relaxar, para pensar em mim, em tudo o que estava rolando. Só segui o fluxo. E, mesmo já tendo aprendido, engoli sapos que não eram meus. Ouvi coisas que não deveriam ser disparadas para mim. Me esgotei.

Nesse exato momento em que eu escrevo e começo a lembrar de tudo, eu sinto uma gratidão muito, muito, muito grande. Mas, ao mesmo tempo, me sinto muito, muito, muito cansada – e nem é cansaço físico.

Hoje eu vou viajar. Para o mesmo lugar que fui com os meus amigos dois anos atrás, mas sem eles dessa vez. Estou ansiosa. Não só porque vou poder descansar, mas também porque quero saber como será essa viagem. Me sinto muito mais aberta e confiante sobre o meu corpo, mas vai ser um desafio. Quero muito acordar cedinho pra ver o nascer do sol, quero tirar muitas fotos, quero entrar no mar com meu maiô sem medo de ser feliz, quero refletir, quero descansar.

Eu estou trabalhando nessas férias desde o final de dezembro e algumas coisas têm me sufocado. Por esse motivo, também tomei algumas decisões. A primeira delas é de que não vou mais fazer qualquer coisa por obrigação, seja aguentar situações que me fazem mal ou fazer posts no blog.

Eu tenho, sim, muitos planos aqui pro meu cantinho e quero realizá-los esse ano, mas não vou conseguir fazer nada bem feito se não estiver com a mente descansada, por isso não teremos posts durante os próximos dias. O post do 7S está agendado sem falta para a próxima terça e os posts do QG ficarão sob responsabilidade do diretor, Lucas, até o dia 25.

Ainda não sei se isso é uma reflexão, um monte de pensamentos aleatórios, se é um incentivo à ser feliz do jeitinho que é, a pensar mais em você, uma carta explicativa ou simplesmente um desabafo. Talvez seja tudo isso ao mesmo tempo.

Eu só queria dizer que vocês não precisam aguentar coisas e pessoas que não os fazem bem. De maneira alguma. Não se sintam na obrigação e a pressão de parecerem sempre legais ou simpáticos e ser algo que não são. Ou não se amar do jeito que é. Pensem em vocês. Não fiquem loucos. Desejo isso do fundo do meu coração. Fiquem bem!

Com amor,

Nayara Rosolen

Playlist da Semana: Férias

Infelizmente logo, logo as minhas férias acabam. Em menos de um mês as minhas aulas voltam, por isso estou aproveitando cada segundo que tenho livre. Mesmo trabalhando desde o final de dezembro, tento curtir as horas que tenho fora do trabalho para descansar.

Uma das coisas que eu mais amo fazer é escutar música. As melodias tem o dom de mudar o nosso humor, seja para nos alegrar ou relaxar. Mas só tem uma coisa que eu amo mais do que ficar com os fones no ouvido: viajar com eles. Eu AMO pegar estrada, conhecer outros lugares, revisitar alguns que eu já conheço. E tudo só melhora com uma trilha sonora.

Essa semana eu irei viajar (vou falar um pouco mais sobre isso nos próximos posts) e já comecei a montar minha Playlist. Tenho escutado algumas músicas bem gostosinhas, leves, que deixam a gente em paz e outras mais agitadas que deixam o astral lá em cima. Vou compartilhar algumas delas aqui com vocês. Bora la:

I dont wanna know – Maroon 5
Closer – Chainsmokers ft. Halsey
Castle on the Hill – Ed Sheeran
Oitava dose – Matheus e Kauan
Agora eu quero ir – Anavitória
Cold Water – Major Lazer ft. Justin Bieber & MO
Raspão – Henrique e Diego ft. Simone e Simaria
I’m Yours – Jason Mraz
Quem me dera eu te encontrar – Ari ft. Dom R, Play, Duvale e Tiankris
Hear Me Now – Alok, Bruno Martini ft. Zeeba 

Esses são meus vícios do momentos, galeris! Umas mais antiguinhas, outras mais recentes. De vez em quando me pegando viciando em música que já fui viciada tempos atrás Hahahaha Vocês também são assim? O que andam escutando?

Beeeijos,

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#STAG – 7 Coisas para 2017

Bom dia, lindjos!!!

O post de hoje é um desafio criado pelo QG dos Blogueiros em parceria com a designer Letícia Porto. O QG desenvolveu a #STAG, uma TAG com premiação e divulgação com o tema “7 Coisas para 2017”, caso queira participar e concorrer ao brinde ou ganhar uma divulgação no site do QG, só entrar no site e dar uma lida e como funciona (http://www.qgdosblogueiros.com/7coisasem2017/)

Dada a apresentação da TAG, irei direto para a minha listinha para que o post não fique muito grande. No final irei indicar 7 blogs para responder também ❤ Bora lá:

1- Me encontrar 

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Durante os últimos dois anos eu tenho trabalhado muito meu autoconhecimento. Passei a aprender quem eu sou, como sou, me enxerguei de verdade. Hoje eu sei que estou na rota certa, mas uma única rota nos dá a possibilidade de vários caminhos. Esse ano eu pretendo encontrar o meu.

2- Aprender a meditar 

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Nessa mesma onda de reflexão, autoconhecimento, good vibes, aplaudir o sol… Hahahaha Brincadeira! Mas eu nunca meditei e sei que vai ser um desafio para mim, porque se tem uma coisa que me falta nessa vida é concentração. Tenho muita vontade de saber qual é a sensação, de me conectar dessa forma.

3- Sabedoria e discernimento 

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Ano passado quando eu me mudei para Curitiba, eu fui de coração aberto para conhecer gente nova, fazer novas amizades, etc. E eu fiz. Conheci muita gente legal, mas no meio da empolgação levei algumas rasteiras. Todos esses anos em que minha mãe me falava “Que Deus te dê sabedoria e discernimento” eu não entendia muito sobre o que ela falava, já que eu sempre tive muita cautela. Hoje eu entendo. E espero que meu termômetro de encrenca e duas faces funcione melhor.

4- Me aprofundar nas coisas que eu gosto de fazer 

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Como eu disse, agora sei se estou na direção certa do que quero fazer, mas hoje em dia para você se destacar e algo, precisa fazer muito mais do que só o básico e estar na média. Quero ler e me aprofundar cada vez mais nos meus estudos e no que eu quero para a minha vida.

5- Tornar o blog mais profissional 

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Uma das coisas que eu quero aperfeiçoar são os conteúdos e o blog em geral. Há alguns meses eu estou ensaiando para comprar um domínio e dar uma repaginada em todo esse canto aqui. Acho que depois de pensar, repensar, quase desistir, percebi que o blog é uma parte muito grande de mim para não levar adiante. Eu gosto de escrever, eu gosto de estar aqui, por isso quero ainda mais para esse ano.

6- Tirar minha carteira de motorista 

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Há dois anos que eu estou enrolando para tirar a minha carteira, desde que cheguei à maioridade. Não aguento mais a minha mãe falando quando é que eu vou na auto escola desenrolar isso e o meu irmão me enchendo o saco (para virar motorista dele, claro Haha). Esse ano vai!

7- Ser paciente/menos explosiva 

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Eu sou o tipo de pessoa calma que vai aguentando as coisas até quando dá. Não gosto de ficar cobrando, brigando, repetindo mil vezes a mesma coisa. E a hora que saio do sério, explodo tudo o que vou guardando. Isso é péssimo! Depois que aprendi a esclarecer as coisas e dizer o que sinto, melhorei muito, mas ainda guardo muita coisa. Passou da hora de mudar.

Bom, galeris, essas são só 7 das minhas metas para esse ano. Com certeza aparecerão muitas outras, mas acho que deu pra ver que os meus desejos para 2017 são muito mais sobre ser do que ter.

Blogs indicados: Pedaços da minha vida  Querido Diário – Japaneza ↠ Me traz um café ↠ Blog da Tássila  Garota Drama ↠ Com amor, Dani ↠ Psicologia e algo a mais

Quais os desejos de vocês para esse ano?

Beeeijos,

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#NayIndica Não se enrola, não – Isabela Freitas

Bom dia, lindjos!!!

Comecei o ano lendo um dos livros que tinham ficado enroscados na estante ano passado. Eu estava bem ansiosa para ler o terceiro livro da série Não se apega, não da Isabela Freitas. e quando finalmente consegui compra-lo estava naquela loucuras de final de semestre na faculdade. Não consegui ler. Cheguei ao segundo capítulo em dezembro, mas fiquei enrolada e acabei deixando de lado de novo. Semana passada decidi pegar e ler pra valer. Terminei em menos de dois dias.

Sobre a autora: Isabela Freitas, 25 anos, é autora dos best-sellers Não se apega, não, publicado em 2014, e Não se iluda, não, de 2015, que juntos venderam 1 milhão de exemplares. Sucesso nas redes sociais com seu blog isabelafreitas.com.br, a mineira de Juiz de Fora largou o curso de direito para se dedicar a literatura. Reside atualmente em São Paulo.

O jeito com que a Isabela escreve é simples, leve e muito fácil de se identificar. Ela vai nos levando de um fato ao outro sem nem perceber. Quando vi já estava lendo os agradecimentos e implorando para que tivesse mais história Hahahaha Isso porque ela consegue criar personagens muito humanos, com as mesmas neuras, os mesmo problemas e a mesma dificuldade para encara-los que a gente tem na vida real. Isabela e Pedro são meu shipp preferido dos livros.

Mas bem, falando desse especificamente, ela começa com uma lista, como nos dois anteriores. Nesse caso são as 20 regras para não se enrolar, que tem tudo a ver com tudo o que rodeia a historia.


Agora a Isabela mora em São Paulo, conseguiu uma vaga de colunista na revista Zureta e está escrevendo seu primeiro livro. Mesmo que tudo pareça perfeito, o maior problema da garota está bem  próximo, do outro lado do corredor do seu apartamento. Pedro Miller, seu melhor amigo (colorido agora), é também seu vizinho e continua mexendo com seus sentimentos mais do que nunca.

Pedro sai espalhando sua música pela cidade e surgem boas oportunidades para começar a construir uma carreira, com fãs e uma equipe só sua. Mas esse crescimento acaba trazendo alguns empecilhos, principalmente sobre a relação com sua melhor amiga e os dois precisarão enfrentar essas barreiras.

Confesso que são poucos os livros que me deixam angustiada ou me fazem não gostar de algum personagem a ponto de questionar, mas isso é uma das coisas que eu mais gosto nos livros da autora. Ela não faz parecer que é tudo um conto de fadas em que as coisas acontecem de forma perfeita e calculada.

Entre os capítulos tem algumas partes do livro que a personagem escreve e são basicamente reflexões sobre o que ela vive durante a história. A cada entrada de capítulo tem uma uma conversa como se fosse de WhatsApp que já nos diz sobre o que irá tratar sabe? Amei Hahaha

Como a própria autora disse em um vídeo do seu canal no Youtube, sua pretensão era ser uma trilogia, mas ela sentiu que Pedro e Isabela ainda tem mais coisas a nos contar, por isso podemos esperar pelo menos mais um livro. Espero que venha com tanto suspiro e angústia quanto esse veio Hahaha

Minha consideração final é de que o livro é tao incrível quanto os dois primeiros. Super vale a pena ler (todos eles, se você ainda não leu nenhum). Mal posso esperar pelo quarto livro.

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Vou deixar vocês com uma definição super legal que a gente encontra no final do livro.

Enrolar-se: pensar de um jeito e fazer exatamente o contrário. Não sei por que a gente se enrola tanto. Diz o que não quer, não diz o que deveria e, quando se da conta, está ocasionalmente enfiando a língua na boca de alguém, sem saber ao certo que relacionamento é esse.

Convenhamos, meu cupido só pode ser surdo. Tudo o que eu pedi foi um amor fofo. Um amor coloridinho. Mas ninguém me disse que EU é que teria que colorir, né?

Sinceramente, esperava bem mais desse tal de amor.

Agora me contem, já leram algum da série? Qual o preferido de vocês?

Beeeijos,

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Deixa Livre 

A vida é feita de ciclos que estão sendo abertos e fechados o tempo todo. Da mesma forma que coisas e pessoas são colocadas no nosso caminho sem que a gente possa esperar, também são retiradas sem se quer perguntar a nossa opinião.

Às vezes nos livramos, já em outras acabamos machucados. Na maioria das vezes dói para que depois a gente compreenda que foi a melhor solução. Mas nós nunca estamos preparados.

Já tive que deixar quem nunca me fez bem e ainda me causava cegueira. Existiram aqueles que mesmo sem qualquer pretensão dominaram partes de mim das quais eu nem tinha conhecimento. Na hora de dizer tchau o sentimento de perda foi tão grande quanto a certeza que eu tinha no começo de que não significaria nada. E, claro, não poderiam faltar os que eu já sabia que seriam problemas antes mesmo de começar. Foram dos grandes.

Em qualquer um desses casos, por mais distintos que pareçam ser, algumas etapas se tornam comuns. 1) Vocês encontram um problema 2) Rola uma luta para que o que foi construído seja recuperado 3) A negação do fim vem a seguir 4) A gente sofre 5) Isso se torna uma pequena cicatriz que nos torna mais fortes para o próximo capítulo 6) Prometemos que nunca irá cometer o mesmo erro novamente 7) Nós passamos por tudo isso de novo.

Isso não significa que somos fracos, muito menos ingênuos. Às vezes demoramos mais para aprender. Ou precisamos retomar a lição.

De qualquer forma, terminar algo é sempre doído. Muitas ligações são feitas durante o caminho, nos conectamos aos outros e, na maioria dos casos, cometemos um deslize: trancar a porta ao entrarem. A porta nunca deve estar fechada.

Pessoas não são propriedades, nós não somos donos de ninguém e nem temos o direito de tentar prendê-los a nós. Tão fácil na teoria não é mesmo? Difícil é abri-la quando já não faz mais sentido acumular dentro algo que não acrescenta em mais nada. Ou, na mais perfeita das situações, nunca sequer encosta-la.

Deixa aberto. Deixa livre. Deixa voar. Quem quer, de verdade, fica. Ou, pelo menos, acaba voltando. Se não voltar, não era seu. Ou então já teve o seu tempo.

Aceita a vai ser feliz.

Nayara Rosolen