Blá blá blá com a Nay: “Casei antes dos 20”

Já adianto que: Esse é o maior post que já tivemos aqui no blog, mas calma, não feche a janela e nem pare de ler… É por um bom motivo, ele tem muito a nos ensinar e inspirar!

Lembram que fiz um post esses dias dando alguns avisos e dizendo que iria querer trazer os leitores para dentro do blog falando sobre alguns assuntos? Pois então! Esse é o primeiro post dessa nova série, mas para que continue, preciso que vocês me ajudem, dizendo o que acham e quais assuntos vocês querem ver por aqui (Podem me mandar por e-mail também: nayararosolen@hotmail.com)!

O primeiro é um tema um pouco raro nos dias de hoje: Casamento jovem, antes dos 20 anos (ou pertinho deles)! E para falar sobre isso, eu não poderia te convidado outro casal, simplesmente porque eles são os mais fofos do mundo e eu tive a honra de poder fazer parte dessa história! O papo foi TÃO legal, eu amei tanto falar com eles e saber um pouquinho mais dessa história e de como é aguentar toda essa barra tão jovem, que não deu em outra: o papo foi longo! Mas, acima de tudo, foi lindo e fofo, um verdadeiro exemplo.. Não tive coragem de cortar muitas coisas! Leiam até o final e eu garanto: vocês irão se apaixonar!

Pra quem não sabe, esse casal já foi mencionado aqui no blog, em um texto especialmente para eles, que eu escrevi quando tive a honra de ser convidada para ser madrinha: MINHA AMIGA VAI CASAR (WHATTT!?).

Primeiramente, lhes apresento os protagonistas dessa história: Emília e Roberto!

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“Conta pra gente, como vocês se conheceram?”

Emília: Ele morava com os pais dele, do lado da casa da minha tia. Eu fiquei sabendo da existência dele final de 2013, mas foi em fevereiro de 2014 que a minha tia fez uma brincadeira. As casas deles eram no mesmo quintal, e eu estava fazendo faculdade de Gastronomia. Um dia eu estava na casa da minha tia de tarde, quase na hora da janta, ela falou “Aí, vem aqui na porta pra você sentir o cheiro da comida do filho do Pézinho (apelido do pai do Roberto), que comida cheirosa”, aí eu falei “Nossa, tia, que legal, esse dá pra mim mim hein” (espertona), aí ela falou “Olha, ele tá solteiro, dá pra vocês namorarem, porque pelo jeito ele cozinha muito bem” ai eu “Aí tia, só a senhora mesmo”. E ele trabalhava com meus primos, a Juliana e o Ronaldo, na rádio. No mesmo dia meus primos chegaram e começaram a zoar que a gente tinha que namorar e começaram a intermediar entre a gente.

Roberto: Daí ele começou a mostrar o Facebook dela, começou a mostrar as fotos, depois a Ju começou a me bombardear, perguntando meu número, se eu era solteiro, essas coisas.

Emília: Só que era assim, ao mesmo tempo que eles falavam pra ele que eu estava afim, eles falavam pra mim que eu tinha que investir porque ele era muito tímido (e é até hoje). Dai eu peguei e mandei convite no Facebook, ele me aceitou tudo. Aí ele me cutucou e começou essa palhaçada de um cutucar o outro. Um dia eu tava na casa da minha amiga Luana e ela disse que se ele me cutucasse mais uma vez, eu ia chamar ele. E aí eu chamei e a gente começou a conversar. Um dia cheguei da faculdade e mandei mensagem dizendo que eu estava afim dele, daí ele me bloqueou e sumiu do mapa. Eu comecei a vender esfiha e fui vender pra mãe dele (já queria conquistar a sogra pela barriga), o irmão dele me viu, disse que eu era real e que era pra me desbloquear. Aí a gente voltou a se falar.

“Vocês moravam juntos antes de se casarem, certo? Quanto tempo isso durou até tomarem a decisão e por que decidiram se casar e não apenas continuarem morando juntos?”

Emília: É que foi assim, como tudo no nosso relacionamento, quem tomava as decisões era eu. Eu que chamei ele pra conversar, eu que pedi pra ficar com ele e basicamente eu pedi ele em casamento. Eu não fui pedida em casamento, mas quem teve a ideia de casar fui eu (risos). A questão de morar junto é que a gente tava namorando há 6 meses e eu precisava ir embora pra Maringá pra estudar, por causa de estágio e também porque teve o acidente da van, fiquei traumatizada, vida de estrada não dava mais pra mim e ele também não queria mais isso. Aí eu mudei pra Maringá em Janeiro de 2015, a gente ficou a distância, ele em Borrazópolis e eu em Maringá. Só que ele não podia ir pra Maringá por conta do serviço e eu não podia ir pra Borrazópolis direto por causa dos estágios. A gente tava brigando muito, a saudade, a distância era longe, aí ele começou a mandar curriculum pra Maringá até que um dia foi chamado. Ele foi fazer a entrevista, eles gostaram e queriam contratar ele, era pra ele voltar na segunda já como experiência. Aí ele voltou pra casa dele…

Roberto: Só que tinha que cumprir o aviso.

Emília: Aí como ele ficou 30 dias cumprindo aviso, perdeu o emprego pra lá. Acabou que como ele já tinha pedido pra sair, ele pegou o aviso e foi pra Maringá. Depois ficou um tempo procurando emprego e a gente ficou morando junto… Quando foi em julho, ele já estava ficando desesperado porque não arrumava emprego. Aí uma tia minha que é evangélica chegou em mim e me deu um conselho muito bom, que eu vou levar pro resto da vida. Ela falou assim que na vida deles tem coisa que ela paga até hoje, porque no passado ela fez errado, que ela não esperou, casou grávida. Então ela disse que se a gente tomasse a decisão de casar, Deus ia abençoar bem mais a vida da gente. Aí eu conversei com a minha mãe, disse que estava me sentindo mal, porque a nossa vida não estava indo pra frente, que era uma forma de Deus mostrar que isso não estava certo. Aí disso a gente começou a planejar o casamento pra dezembro. A gente foi embora pra Maringá e na segunda feira ele recebeu uma ligação e arrumou um emprego. Então a gente não se arrepende de ter tomado a decisão de casar.

“Você disse antes que não teve um pedido, não rolou esse momento? Como foi?”

Emília: Não, não teve e eu jogo isso na cara dele até hoje (risos). É que na verdade foi assim,  eu tava conversando com a minha mãe, que ele não tava conseguindo emprego, que tinha vários lugares, mas nenhum chamava ele, aí minha mãe chegou e falou “Não, então vamos fazer o casamento, já que você quer”. Ele tava na casa da mãe dele, chamei ele e falei o que estava falando com a minha mãe… Basicamente eu pedi ele em casamento.

Roberto: Ela e minha sogra me pediram em casamento.

“Tiveram algum receio pelo tempo relativamento curto em que tudo aconteceu?”

Emília: Eu não.

Roberto: Nem eu.

Emília: É porque tanto eu fui a primeira namorada dele, quanto ele foi meu primeiro namorado e como eu já tinha 18 anos, a gente já tinha uma maturidade maior do que quem começa a namorar com 14, 13 anos…A cabeça já é outra, já fazíamos faculdade e a gente sempre foi muito maduro pra nossa idade. O nosso relacionamento foi evoluindo muito rápido, parece que a gente já se conhecia há anos. Se eu acreditasse em outras vidas, eu não acredito, mas eu diria que nosso amor veio de outras vidas. Antes mesmo de dar o primeiro beijo, tanto a minha família quanto a dele sabia que a gente tava conversando. A gente deu o primeiro beijo, dali a uma semana ele já foi na minha casa pedir pra minha mãe pra namorar, depois de 6 meses a gente tava morando junto, depois de 6 a gente tava planejando o casamento tanto que a gente não tem nem 2 anos de relacionamento, a gente faz 2 anos agora em julho, são 2 anos, mas parece que a gente se conhece há 10, 20.. A gente tem uma sintonia de um casal que tá há 7, 8 anos junto. Ele sustenta a nossa casa, é um casal como qualquer outro que casou com 28, 30 anos.

“Como foi contar para a família e quais foram as reações deles e dos amigos?”

Emília: Sem dúvidas foi a pior parte, pelo menos pra mim. E pra você?

Roberto: Pra mim foi bem tranquilo, porque foi a partir daí que a família sossegou, tava todo mundo “Aí, ta morando junto, tá errado”. Eu sofria muita cobrança por parte de pai e mãe, a gente não esconde isso, a Emília sabe bem, o pessoal todo é contra, porque a família é católica até a veia, era contra de morar junto sem casar, então a partir do momento que a gente falou que ia casar, como sou o primeiro neto por parte de mãe, todo mundo ficou muito feliz com a notícia, foi bem tranquilo de contar.

Emília: Pra mim já foi totalmente diferente, porque na família do Roberto todo mundo casou muito novo, a mãe dele casou com 14 anos, então pra eles era outra coisa. Já pra minha família não, todo mundo estudou primeiro pra depois casar, até que minha mãe casou grávida e aí do meu lado veio a pressão de “não casa, você é muito nova, você não terminou os estudos ainda” porque na época eu tava fazendo faculdade, agora já sou formada. Só minha mãe, minha mãe apoiou muito, meu pai e minha irmã também. Minha mãe e minha irmã são apaixonadas nele, amam mais ele do que me amam, se bobear (risos). Foi engraçado, porque quando fui contar pro meu pai, ele achou que eu estava grávida. Mas minhas primas, minhas amigas… Minhas amigas no geral não, até porque tenho uma amiga chamada Nayara (soy yo!) que gostou muito (gostei mesmo, da mesa de doc… quero dizer, de ser madrinha principalmente!). Mas algumas amigas, as amigas mais imaturas já não gostaram, ficaram todas contra, que eu era muito nova, que eu tava fazendo errado, que eu tinha muita coisa pela frente, que era muito pouco tempo de namoro. Porque hoje em dia a sociedade tá acostumada com namoro de 10, 12 anos… Então na minha parte foi bem mais difícil e a parte dele bem mais compreensiva.

“Vocês tiveram aí uns 6 meses de planejamento para a cerimônia, certo? Como foi planeja tudo? Rolou muito stress, apareceram barreiras?”

Emília: Tudo né. Porque planejar um casamento em 6 meses pra 250 pessoas é loucura, já falo, não recomendo! Segundo que eu tava na faculdade no último ano e tinha um TCC pra entregar em novembro. Então era o TCC na faculdade, o casamento, era fim de ano porque eu resolvi casar no dia 26 de dezembro…

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Roberto: A escolha da data não foi aleatória, porque o pai dela mora no Acre, ele tinha que estar na cerimônia e ele só vem final do ano, então a gente escolheu a data pra poder estar todo mundo, 26 de dezembro, já reunia todas as famílias, já passava o Natal todo mundo junto e ia para o casamento, só que o nome da Emília nesses 6 meses se tornou “Stress”, ela era uma pilha de nervos com tanta coisa que ela tinha pra cuidar.

Emília: E na verdade o dia 26 nem foi uma escolha nossa, era a única data que tinha na igreja, eu tentei dezembro e janeiro e todos os outros finais de semana estavam ocupados. Como eram 6 meses de antecedência era pouco tempo, porque normalmente os casamentos são planejados com um ano e meio, dois anos de antecedência e eu fui planejar em 6 meses. Então tudo o que tinha pra acontecer, aconteceu. Virei uma pilha de nervos, emagreci… Toda a correria, todo o stress, todo o nervosismo que podia acontecer, aconteceu. Foi um caos, mas no final tudo deu certo.

“Quais são as vantagens e as desvantagens de casar quando já se tem uma rotina à dois?”

Emília: Só ter que aguentar ele, muito chato, agora tem que aguentar pro resto da vida… (risos). Brincadeira…

Roberto: Assim, enquanto a gente namora fica difícil de você construir planos a longo prazo, mas muitas vezes as pessoas quando estão namorando elas são egoístas…

Emília: O que é meu é meu. O que é seu, é seu. O namoro é bem individualista, porque você não tem aquela responsabilidade de dividir tudo com a pessoa, a partir do momento que você casou, não tem mais meu dinheiro e seu dinheiro. Quando a gente namorava, eu nem sabia direito o quanto ele ganhava, hoje eu sei tudo. São coisas que o namoro permite “meu é meu, seu é seu, vai ser nosso lá na frente”, o casamento já não, no casamento tudo é nosso, tudo, desde um copo de água, até adotar um cachorro (Pipoca <3). E ao mesmo tempo que é uma vantagem, pra alguns pode ser desvantagem, mas pra gente é uma vantagem isso, porque a gente gosta dessa ligação. Eu não vejo desvantagem no casamento, a não ser a convivência, porque pode ser muito decepcionante pra alguns. Depois que a gente casou eu amo até os defeitos dele, porque casamento é isso, é amar até os defeitos da pessoa. Uma vez eu ouvi uma mulher falando que se a gente entra em um casamento pensando “eu vou casar pra ser feliz” já está aí a primeira coisa que seu casamento vai afundar, porque você não tem que casar pra ser feliz, você tem que casar pra fazer o outro feliz. Se eu fizer ele feliz, ele vai me fazer feliz, é recíproco. Agora se eu acordar pensando “Aí, eu vou ser feliz, ele tem que fazer tudo por mim” ou ele pensar a mesma coisa, não vai a lugar nenhum.

Roberto: E é quando você chega, por exemplo, de um dia de expediente que você fez umas horinhas a mais pra poder garantir uma folga pra poder passear, agradar a esposa e ela tá com um pudim esperando você em casa.

Emília: (risos) Mas é verdade, eu tenho que entender que como eu não estou trabalhando agora, que às vezes ele vai chegar cansado, que não vai me dar moral, atenção que eu quero, mas porque ele tá cansado, ele acordou 04h30 da manhã. Eu tenho que ver o que tá acontecendo e sempre conversar, falar “olha, não tá dando certo isso, não tá dando certo aquilo”.

“A Pipoca (baby dog do casal)! Era exatamente aí que eu queria chegar (risos). Uma pergunta que não quer calar nos grupos de Whatsapp e na roda dos amigos… Seria um treinamento? Pretendem ter filhos logo? #QueremosSobrinhos”

Emília: Não, a Pipoca foi birra de duas crianças que moram comigo, mas principalmente do meu marido, porque ele gosta, mas não cuida. Mas na verdade, a Pipoca veio também porque eu tava muito sozinha em casa, veio pra me alegrar e também porque o Roberto tava pior que criança. Eu já tinha dito mil vezes que não, fazia muito tempo que ele tava pedindo, um amigo chegou com a Pipoca, estava doando ela, todo mundo se apaixonou e a Pipoca ficou. Mas não é um treinamento por enquanto ainda não, só pra daqui uns 2, 3 anos, eu penso. Agora não dá, não porque eu não queira, eu sempre quis ser mãe, mas tô me cuidando, porque a gente não tem condição financeira agora. Se eu tivesse um pouquinho mais de condição, eu já estaria grávida sim, porque eu amo criança e meu sonho é ser mãe. Como diz o Roberto: O pacote de ração tá mais barato que o de fralda (risos). Vocês vão ter que esperar um pouquinho mais pelos sobrinhos, eles vêm, mas daqui uns anos.

“Qual conselho vocês dariam para pessoas que possam estar passando pela mesma situação, toda essa mudança e o planejamento?”

Emília: É complicado dar conselho, mas eu diria que se você acha que é o cara ou a mulher da sua vida, vai em frente. Não escuta, porque gente pra falar que não vai dar certo, pra falar que estão se precipitando, que vocês são muito novos, que tem pouco tempo de namoro, vai ter muita gente. Sempre tem gente pra falar que vocês estão errados, que não vai dar certo, são raras as pessoas que dão apoio verdadeiro, que falam pra gente seguir em frente, que vai dar certo, pra tentar. É como eu falei, mora um tempo junto antes, come um saquinho de sal (ministério da saúde adverte: sal em excesso causa sérios problemas ao rim) junto com a pessoa, conhece ela de verdade… Se for realmente tudo isso que você tá pensando durante o tempo de namoro, vai em frente e não olha pra trás. E não sai por aí “contando a bíblia” pra todo mundo, não, porque muita gente não tem nada pra agregar, que só quer escutar e desejar sua infelicidade. Então guarda a felicidade pra você e vai em frente.

Roberto: Gente pra torcer contra sempre vai ter, então o que a gente pode falar é: segue sua intuição, segue seu coração e segundo que, quando parecer que tudo vai desmoronar, quando tudo parecer que vai dar errado, se apoia na pessoa que você ama, no seu companheiro, na sua companheira, que vai dar tudo no que for fazer e, claro, colocar Deus sempre em primeiro lugar, porque nesse mundo hoje a gente tem um ao outro e Deus pra dar base. Quando tudo parecer que vai desmoronar a única mão amiga que você vai ter é do seu esposo, sua esposa e de Deus, que vai fazer dar tudo certo no fim das contas. Acho que esse é o maior conselho que a gente pode dar, porque se realmente for pra vida toda, é a pessoa que você vai poder se apoiar.

Emília: E se for a pessoa certa, não importa se você vai ter um mês, um ano, 10, 20 anos de namoro, se for pra ser, pode passar o tempo que for, acontecer o que for, vão ficar junto no final. Não adianta, não tem o que fazer. Quando é Deus, é e ponto. Não tem o que fazer. E tem que ser amor de verdade, não confundam amor com paixão. Paixão é aquele fogo que arde, só que acaba. O amor não, o amor muitas vezes não arde como fogo, ele se mantém como brasa, mas ele é permanente.

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E como esse post está muito recheado de amor, o casal deixou um recadinho um para o outro (e a pessoa que vos escreve quase chorou):

De: Emília, Para: Roberto!
Amor, estamos quase completando 2 anos juntos, parece pouco tempo, mas a gente sabe que é muito mais que isso. Agradeço à Deus todos os dias por ter me dado você, meu melhor presente. Espero que logo, logo esse nosso amor transborde tanto que gere nosso filho. Te amo e obrigada por me suportar, sei que não sou uma pessoa fácil, mas te amo demais e espero ficar o resto da vida com você. Te amo.

De: Roberto, Para: Emília!
Meu recado pra minha esposa é que eu nunca trocaria o que aconteceu por nada. Eu poderia viver umas mil vidas, em mil lugares diferentes, e ainda ia dar um jeito de a encontrar e amar com todas as minhas forças até o último suspiro. Com a Emília eu me sinto outro, mais forte, responsável, porque ela é e sempre vai ser meu porto seguro. Pra sempre. Nem todas as palavras existentes iriam expressar o que eu sinto por ela, então uma simples frase pode resumir: eu te amo, meu amor. Sempre vou amar. sempre vou estar do seu lado, não importa o que, onde ou quando!

Suspiros ~ Suspiros ~ Suspiros

Eu tive o prazer de fazer parte dessa história, mas não fui a única. Algumas dessas pessoas deixaram um recadinho para o casal (surpresa!):

De: Luana Lahmann e Alef Renye (padrinhos), Para: O casal!

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E quem diria que vocês se casariam assim, tão jovens, mas tenho certeza que vocês fizeram a escolha certa. Esperamos que vocês continuem exatamente assim, unidos, companheiros e, acima de tudo, felizes. E saibam que a vida é feita de momentos bons e ruins. Aproveitem intensamente os bons e sejam sempre unidos para superar os ruins. Parabéns por esse passo tão importante e de tamanha grandeza em suas vidas e que hoje e sempre sejam muito felizes.

De: Camila Reis (madrinha), Para: O casal!

Desde o momento em que a Emília e o Roberto assumiram esse compromisso tão importante de serem felizes juntos só posso desejar que todos os sonhos que eles compartilham se tornem realidade, e que este mesmo amor que os uniu se multiplique a cada dia desta nova vida. Fico muito lisonjeada por ser madrinha desse casal maravilhoso que eu amo, dos meus queridos amigos Emília e Roberto.

De: Eduardo Delli Colli (padrinho), Para: O casal!

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“Fico muito feliz que vocês se encontraram tão cedo na vida. Agora vocês têm muito mais tempo para crescerem juntos e aprenderem mais sobre si mesmos. Vocês serão aqueles velhinhos que dão dicas de como fazer um casamento funcionar por 80 anos. Espero estar ao lado de vocês em todos as festas das bodas que vocês fizerem.”

Ps: Créditos para a minha mãe super fotógrafa que só tirou fotos minhas e do Eduardo de costas (e tremidas)! Hahahaha

De: Nayara Rosolen (madrinha), Para: O casal!

“Minha legenda nessa foto acima, postada no dia do casamento, ainda é o sentimento mais puro e sincero que eu poderia desejar a vocês, então… Um dia, em um churrasco dos amigos, ela me disse “Amiga, preciso te contar uma coisa, conheci uma pessoa!” Mal sabia eu que em menos de dois anos estaria sendo madrinha de casamentos dos dois! Todo amor e felicidade do mundo para vocês!”

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