Prepara que lá vem textão: Férias + Reflexão

Hoje é quarta, dia de texto, mas não tem texto – dependendo de como você enxergar esse post. Percebi que a maioria das coisas que tenho escrito são reclamações, mesmo que sempre acabem em um tom de conselho – esse meu lado aspirante-a-psicóloga-especializada-nos-problemas-das-amigas não me larga. Mas, tudo bem, eu só comecei a escrever porque tinham coisas que precisavam ser jogadas em palavras. E isso se tornou muito mais que desabafos trancados a 7 chaves.

Minhas palavras se tornaram um blog, que se tornou em muitas outras oportunidades nesse meio. Sou tão grata. Sou tão feliz. Cresci tanto. Conheci tanta gente. Escutei tanta coisa. Aprendi a me amar. Tem coisa mais linda que isso?

A internet é uma coisa doida. A gente se sente íntima de pessoas que nem sabem da nossa existência. A gente escuta verdades que nos fazem lidar com nossos monstros internos. A gente se liberta. Eu me libertei.

Há dois anos eu fiz uma viagem sem medo de ser feliz. Estava com pessoas de bem – meus amigos – que sempre me incentivaram a ser como eu realmente sou. E eu fui. Não fiquei mais trancada dentro do quarto, quase virei um peixe de tanto que entrei na água (de maiô, um avanço, diga-se de passagem), desci de um escorrega no meio do mar – minha mãe me perguntou quem era aquela e o que tinham feito com a filha dela quando mandei o vídeo. Tudo isso fez mudar meu conceito de férias-praia-calor.

Não que o resto do ano tenha sido maravilhoso, não foi. Passei por uma série de mudanças, tive que me enxergar de verdade. Esse foi o ponta pé inicial para o ano seguinte (que foi ano passado). Nunca fiz tanta coisa ao mesmo tempo. Era como se eu estivesse colocando em prática tudo aquilo que eu sonhei por anos antes de dormir, de uma vez só. E só agora, longe de toda a loucura, eu consigo ver quão grande foram os passos que eu dei. Foi incrível.

Tá, Nayara, mas o que isso tem a ver?

No meio de toda essa reflexão durante esses dias que estou passando na casa dos meus pais, vi que esqueci de lembrar de mim. Esqueci de respirar fundo, de entender qual era o real problema quando eu me sentia mal. Percebi que descontei em coisas e pessoas que em nada tinham a ver. Não me dei um tempo para relaxar, para pensar em mim, em tudo o que estava rolando. Só segui o fluxo. E, mesmo já tendo aprendido, engoli sapos que não eram meus. Ouvi coisas que não deveriam ser disparadas para mim. Me esgotei.

Nesse exato momento em que eu escrevo e começo a lembrar de tudo, eu sinto uma gratidão muito, muito, muito grande. Mas, ao mesmo tempo, me sinto muito, muito, muito cansada – e nem é cansaço físico.

Hoje eu vou viajar. Para o mesmo lugar que fui com os meus amigos dois anos atrás, mas sem eles dessa vez. Estou ansiosa. Não só porque vou poder descansar, mas também porque quero saber como será essa viagem. Me sinto muito mais aberta e confiante sobre o meu corpo, mas vai ser um desafio. Quero muito acordar cedinho pra ver o nascer do sol, quero tirar muitas fotos, quero entrar no mar com meu maiô sem medo de ser feliz, quero refletir, quero descansar.

Eu estou trabalhando nessas férias desde o final de dezembro e algumas coisas têm me sufocado. Por esse motivo, também tomei algumas decisões. A primeira delas é de que não vou mais fazer qualquer coisa por obrigação, seja aguentar situações que me fazem mal ou fazer posts no blog.

Eu tenho, sim, muitos planos aqui pro meu cantinho e quero realizá-los esse ano, mas não vou conseguir fazer nada bem feito se não estiver com a mente descansada, por isso não teremos posts durante os próximos dias. O post do 7S está agendado sem falta para a próxima terça e os posts do QG ficarão sob responsabilidade do diretor, Lucas, até o dia 25.

Ainda não sei se isso é uma reflexão, um monte de pensamentos aleatórios, se é um incentivo à ser feliz do jeitinho que é, a pensar mais em você, uma carta explicativa ou simplesmente um desabafo. Talvez seja tudo isso ao mesmo tempo.

Eu só queria dizer que vocês não precisam aguentar coisas e pessoas que não os fazem bem. De maneira alguma. Não se sintam na obrigação e a pressão de parecerem sempre legais ou simpáticos e ser algo que não são. Ou não se amar do jeito que é. Pensem em vocês. Não fiquem loucos. Desejo isso do fundo do meu coração. Fiquem bem!

Com amor,

Nayara Rosolen

Você está passando por uma fase difícil? Precisamos falar sobre isso!

Bom dia, gente!!!

Sábado, dia de descanso para muitos (principalmente aqueles que tiveram um feriado prolongado), dia de aproveitar… Mas também dia de refletir! Dia 10 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio e por isso durante todo esse mês rola o 1Setembro Amarelo1

Para quem viu, eu fiz um post no 7Seasons falando sobre como detectar se alguém está passando por esse momento crítico e pode chegar a cometer o ato e também como podemos ajudar. Para quem não viu, o post continua lá: Suicídio é coisa séria! Não deixe de conferir.

Mas hoje eu gostaria de falar sobre o assunto de forma mais íntima e direta, com aqueles que possam estar passando por esse transtorno. Muitas coisas podem levar as pessoas à um ato tão cruel consigo mesmo e chegar a tirar a própria vida, principalmente problemas mentais. E com isso quero dizer: depressão, ataques de pânico, bullying, ansiedade, drogas tudo o que possa mexer com a sua sanidade psicológica (causa de quase 100% dos suicídios).

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Acho que vocês já estão cansados de saber que eu comecei a escrever com os meus 11/12 anos, mas isso aconteceu porque eu estava começando a entrar em uma fase delicada. Além de começar a surgir meu interesse e minhas paixõezinhas, eu comecei a ter que enfrentar outras coisas, como autoestima, amor próprio, autoaceitação, autoconhecimento… Era muita coisa ao mesmo tempo! Eu não queria sair de casa e não saía, dava desculpas para não encontrar meus amigos, eu que parecia rata de piscina e passava o dia todo na água se deixasse, recusava convites para ir ao clube com as minhas amigas. Minhas notas que sempre foram boas tiveram uma queda, porque eu já não tinha ânimo para estudar. Tudo se tornava algo grande demais, tudo parecia ser o fim. De repente, tudo o que falaram para mim até aquele momento e que eu não dava a mínima (“você precisa emagrecer”, “você só vai ser feliz quando for magra”, “quando você fora magra vai pode fazer isso, poder vestir aquilo” e etc) começou a pesar para mim. Comecei a me comparar com outras pessoas, a me achar feia, pensar que nunca ninguém iria querer ficar comigo. Sempre tive amigos, que tenho comigo até hoje, nunca recebi xingamentos diretos (apesar de sempre notar como as pessoas me olhavam, ou pareciam olhar), mas “dentro de casa” sempre tive essa pressão para entrar nos padrões. E eu não entendia porque as pessoas que (no meu modo de pensar) deveriam ser as primeiras a me aceitarem e me ensinarem a me amar como fosse, eram as que mais cobravam. Eu me excluía para que as pessoas não vissem o que eu mesma não aceitava em mim. Ficava em casa, na internet, onde eu poderia ser vista apenas com o que eu era por dentro. Anos depois, quando já estava melhor, fui em uma psicóloga e ela disse que eu estava com começo de depressão. Fico imaginando o que ela diria se tivesse me pego na pior fase. Nunca cheguei a tentar nada contra mim mesma, mas tinha pensamentos do tipo “preferiria morrer”, mesmo quando a questão era apenas uma nota baixa, ou quando sentia que não daria conta das coisas. Cheguei a pesquisar na época, muita coisa sobre bulimia e anorexia e muitas vezes tentava devolver tudo o que comia. Para mim, isso não foi muito longe, não continuei, mas para muitas pessoas é uma realidade.

Sei que o que estou contando pode não fazer sentido para a maioria, mas também sei que muita gente também passa por situações como essas calada. Assim como eu, que nunca falei sobre o assunto, até mesmo por medo de julgamentos. Mas em situações como esses o que a gente mais precisa é falar. É discutir, é se ajudar!

Hoje vivo de bem comigo mesma, saio, faço amigos, vou atrás do que gosto e quero fazer. Mas ainda tenho minhas crises, de me fechar para as pessoas e ficar um tempo refletindo. Ainda tenho que lidar com quem acha que minha vida é só pensar no meu corpo. Mas não me deixo abater por muito tempo, me obrigo muitas vezes à sair de casa, porque sei que isso me faz bem, mesmo que uma parte muito grande de mim só queira se trancar. E se hoje eu sou assim é porque eu percebi que precisava de ajuda e fui atrás.

É por isso que não podemos ficar parados e muito menos calados. A minha intenção contando isso é que quem possa estar passando pelo mesmo, sinta que não está sozinha.  Milhares de pessoas passam por dificuldades como essa diariamente, e a cada 40 segundos uma pessoa tira a vida. É triste saber de dados como esse, dói saber que tantas pessoas que poderiam melhorar e ter uma vida feliz e saudável com o apoio necessário, não estão mais aqui para ter consciência disso. Mas essas informações muitas vezes são omitidas e isso só dificulta ainda mais uma ajuda.

NÃO É FÁCIL,  mas tem solução! Então, se está passando por algo, converse, se abra, se não conseguir se abrir com pessoas próximas, procure um profissional, ninguém irá te auxiliar melhor do que ele.

Para quem perceber atitudes e comportamentos suspeitos: não trate com naturalidade, como se fosse bobeira, só uma fase, drama, ou apenas coisa da idade. Pode ser um pedido de ajuda.

E vamos continuar passando para frente essa campanha, divulgar o assunto, colocar em discussão isso que é tão sério e merece nossa atenção!

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Imagem: Pinterest

Ah, e se você quiser compartilhar sua história, deixar sugestões ou mesmo apenas conversar, eu vou amar receber um email seu: sorrirparaencantar@gmail.com 

Imagem em destaque (editada): Pinterest.

Beeeijos e até amanhã 1

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Body Positive-A motivação está dentro de você!

Como anda seu relacionamento com você mesmo? Como tem se enxergado? Qual sua postura diante de si e de tudo o que é? E de que forma isso tem influenciado o seu modo de viver? Nós só transmitimos o que temos dentro de nós e só aceitamos aquilo que achamos ser merecedores.

O Body Positive Movement faz com que você reflita sobre todas essas questões e eu achei um ótimo tema para falarmos sobre motivação! Já citei algumas vezes essas coisas (autoestima, amor próprio, etc) aqui pelo blog, mas discutir sobre assuntos tão sérios nunca é demais e vou tentar relatar um pouquinho de como sempre foi toda essa questão para mim!

Eu nunca tive uma relação tão boa comigo mesma, sempre me achava feia por não estar dentro dos padrões e achava que isso influenciava na forma como as pessoas eram comigo. Na verdade, agora eu entendo que eu fazia de tudo para me esconder e as pessoas não verem aquilo que EU não gostava ou não aceitava em mim. Não gosto de julgar as outras pessoas por atitudes minhas, mas isso era apenas um reflexo de tudo o que eu escutava desde criança. Sempre senti uma pressão muito grande, principalmente por parte da minha família, que até hoje parece ver como um problema. “Quando você for magra, você vai poder vestir tal roupa…” “Quando você for magra, vai poder fazer tal coisa…” “Quando você for magra, fulano vai prestar mais atenção em você…”. Sempre me disseram ser errado a forma como sou e que eu só poderia ter uma vida ou ser feliz quando chegasse a um determinado corpo.

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Imagem: WeHeartIt

Estou falando a partir do sobre peso, porque é o que eu posso dar como exemplo de experiencia própria, mas o body positive envolve muuuita coisa, todos os tipos de corpos e cada detalhezinho neles. Quer um exemplo? Eu sempre tive pintinhas nos braços e algumas pelo rosto, mas nunca dei a mínima atenção, uma vez fui em um maquiador para a minha formatura e ele disse que iria tomar cuidado para não esconder algumas que eu tenho na bochecha, perto do olho e desde então elas viraram meus xodós. São marquinhas minhas, que sempre estiveram comigo, mas que eu nunca tinha parado para reparar que são um diferencial. Parece ser coisa boba, mas é disso que se trata: amar cada pedacinho de você.

Hoje eu queria poder chegar na Nayara dos 11 aos 18 anos e falar “Tudo bem ser assim. Você só precisa se amar, da forma que for.”

A partir do momento em que você passa a se enxergar e se valorizar, mostrar para você mesmo que tudo o que te forma tem valor e, principalmente, respeitar sua estrutura e genética, ninguém mais vai poder dizer como você deve ou não ser e, se disserem, não vai importar. Desde que passei a ver as coisas dessa forma e me impor em certas situações, mostrar que eu to aqui, que eu existo dessa forma e dessa forma irei viver até o momento em que EU decidir que quero mudar, desde que seja melhor para MIM, as pessoas passaram a me respeitar. Mas isso, porque eu me respeito e eu dou valor em tudo o que sou. Não faço mais do meu peso uma grande questão na minha vida e como eu já li várias vezes, em vários lugares… “Tudo depende da importância que você dá”. A mudança começa dentro de você.

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Aqui vão alguns links:

Site oficial do movimento!

↠ Precisamos falar sobre: Autoestima!

↠ INSPIRAÇÃO: Famosas vão contra padrões e assumem suas reais belezas!

↠ Essa bailarina plus size dá uma aula de aceitação do próprio corpo!

↠ Em fotos de estrias, Alicia Keys dá exemplo de aceitação com o corpo!

Também tem algo bem legal rolando no canal Alexandrismos (falei dele aqui: Inscrições de Julho – Vale a pena conhece!). A Alexandra resolveu fazer não só um #VEDA nesse mês de agosto, mas um #loVEDA... 31 dias para começar a se amar.

Só pra gente entrar ainda mais nesse clima, vou deixar um playlist com músicas que defendem esse tema:

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Beeeijos ❤

Inscrições de Julho – Vale a pena conhecer!

Gente, esse tempo está o que? Voando! E eu estou ficando perdida 😦 Parece que ontem mesmo (e nem é  falando da boca pra fora) estava compartilhando com vocês pessoinhas que conheço pelo mundo “youtubístico”. Até pensei em não fazer esse mês, porque não conheci tanta coisa nova assim e já tenho dividido bastante coisa do que eu mesma ando aprontando em vídeo por lá (Se você ainda não viu, vem ver meu primeiro vídeo no meu canal: TAG-Me conhecendo melhor).

Porém, algumas coisas realmente precisam ser espalhadas e eu conheci algumas que me chamaram tanto a atenção que precisava falar sobre aqui com vocês!!! Então, lá vão as dicas:

ALEXANDRISMOS!

Não sei em que momento em minhas buscas por coisa nova, caí em um vídeo dela que se chamava “Gorda tem que ser engraçada, simpática, inteligente…?” e não preciso nem dizer o porque fui me inscrevendo logo de cara né!? Identificação é a palavra! Amooo a forma como ela se expressa ao falar sobre alguns assuntos e como ela passa esse carinho e amor pra gente! Nesse mês de agosto ela está fazendo o #loVEDA, tem como não amar? São 31 dias de vídeo com a intenção de fazer você sair se amando. Vou deixar aqui o primeiro vídeo dessa série que ela começou a postar ontem:

Isa Ribeiro!

O primeiro vídeo que eu vi da Isa, foi dela falando sobre mudança, quando ela se organizou para trocar a profissão que já não a satisfazia para fazer o que realmente gosta… Eu amo vídeos com reflexão, conhecer o modo de pensar de outras pessoas pode abrir a nossa mente e nos fazer ir muito além do que imaginamos! O canal dela é recheado dessas coisinhas boas e o jeitinhos calmo dela se expressar e demonstrar suas opiniões traz um pouquinho de paz. Ela também falar sobre decoração, gastronomia, faz vlogs sobre seu dia e viagens.

Amanda Pontes!

Essa foi outra pessoinha que eu conheci através de um vídeo muito delicado, onde ela falava sobre o fim de um relacionamento. Nele ela fala sobre relacionamento abusivo, abrir mão de coisas por uma pessoa possessiva. Pensei muito sobre compartilhar esse ou qualquer outro dela, já que é algo tão íntimo e tem outros muito mais alegre e divertida (diy, vlogs, maquiagem, etc), mas acho que é um assunto que assim como os outros acima, precisa ser falado.

Resolvi fazer algo diferente e compartilhar sobre assuntos que eu realmente acho ser preciso discutir. Eu espero que vocês tenham gostado ❤

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Precisamos falar sobre: Autoestima! 

Autoestima é um assunto que gera muita discussão e tem sido muito abordado, principalmente nos últimos anos. Pode ser apenas impressão minha, mas o que vejo acontecendo é simplesmente a libertação de cabeças pequenas alimentadas com muito preconceito. Temos cada vez mais pessoas falando sobre assuntos tidos como tabu, sempre colocando em pauta o amor próprio e a consciência de que você pode ser como quiser, sem se importar com o que os outros pensam.

Infelizmente muitas situações tristes têm acontecido para que os assuntos sejam destacados, mas o princípio é único: não importa sua cor, raça, religião, opção sexual, condição física… Nada justifica violência física ou psicológica, relacionamentos abusivos, exclusões e tudo o que influencia na imagem que você tem de si mesmo. Não dá para admitir que uma pessoa tenha vergonha de sair na rua ou colocar um determinado tipo de roupa porque se encontra fora do “padrões”. É um absurdo que pessoas ainda disseminem a ideia de que só existe um modelo aceitável quando na verdade a gente sabe que há diversos tipos de genes que tornam cada pessoa com um estilo único dentro do que é permitido com a sua estrutura. E, vamos combinar, cada um tem uma beleza única dentro e fora de si, algumas pessoas simplesmente não consegue enxergar ou tem essas características mascaradas por palavras ou pelo modo com que é tratada, o que a deixa insegura e com baixa autoestima.

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Posso dizer por mim que não me aceitava ou gostava do que sou porque a vida toda me disseram que eu só poderia ser feliz se tivesse um determinado corpo. E se eu fosse falar sobre essa situação em específico daria um post inteirinho de uma adolescência perturbada, mas até entender que a opinião das pessoas não deveriam e não devem interferir nas minhas escolhas e felicidade, foi um longo trabalho psicológico. E ainda é. É um trabalho psicológico diário.

Esse fim de semana vi um vídeo lindooo no canal do YouTube da Paola Antonini. Pra quem não sabe, a Paola sofreu um acidente no final de 2014 e perdeu uma perna, quando estava colocando as malas no carro para uma viagem de virada do ano e foi atingida por outro carro. Mesmo assim, não deixou que isso abalasse sua vida e vive de uma maneira incrivelmente linda e positiva. É sério, a luz e a energia dela vão te contagiar com esse vídeo:

 Como anda a sua autoestima? Esses “defeitinhos” que você pensa ter vem de você mesma querendo melhorar ou é só aquela velha pressão da sociedade te incentivando a seguir um padrão que na verdade não existe? Reflita!

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Sugestões serão sempre muito bem-vindas!!!

Beeeijos<3 

Emprestando as palavras de: Tati Bernardi! 

Imagem: WeHeartIt

“Hoje eu acordei numa casa diferente, num quarto diferente, sem nenhuma muleta, sem nenhuma maquiagem, meus amigos estão ocupados, meus pais não podem sofrer por mim. Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coração, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz.”