2016 em 6 Resenhas #RetrospectivaSPE

Boa tarde, lindjos!!!

Continuando a nossa retrospectiva atrasada, como hoje é quinta-feira resolvi relembrar 6 resenhas literárias que fiz no ano passado. Apesar de ter lido pouco, tive boas leituras e compartilhei tudo com vocês aqui.

Uma das minhas metas desse ano é colocar em dia todas as minhas leituras que eu acabei deixando de lado. Pretendo ler pelo menos 2 livros por mês. Leitura é algo necessário para mim, tanto porque ajuda no blog, melhorando a escrita e criando conteúdo, tanto para o meu curso na faculdade, que tem a leitura e a escrita como base.

Selecionei 6 delas e vou apresentá-las nesse post de forma cronológica. Bora lá?

A Garota que você deixou para trás – Jojo Moyes

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2016 foi o ano enquete JoJo Moyes ganhou meu coração. Depois de ler “Como eu era antes de você” uns dois ou três anos atrás, me apaixonei e comecei a ler outros da autora. Esse se tornou um dos meus preferidos.

Garota Exemplar – Gillian Flynn

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Esse livro ficou por anos na minha estante, eu não fazia ideia do que se tratava a história (acho que nem li a sinopse quando comprei), mas depois que comecei a lê-lo não consegui parar até chegar ao fim. A história me surpreendeu muito durante todo o livro. A cada novo capítulo eu imaginava um novo possível final. Depois assisti o filme e também amei. Nesse post eu falo sobre os dois.

Tá todo mundo mal – JoutJout 

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Jout Jout gerou furdúncio com esse livro. Muita gente amou, muita gente odiou. Teve gente que até falou que perdeu a graça de assistir seus vídeos. Não entendi tamanha rejeição em cima de seus textos, foi um dos melhores (senão o melhor) que eu li ano passado. Para mim, livro é questão de identificacao e eu dei minha opinião detalhada na resenha.

Gentil como a gente – Fernanda Gentil

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O blog da Fernanda já era um dos meus preferidos antes de transformar suas histórias em um livro. A jornalista tem um jeito único de narrar situações do cotidiano da forma mais leve e divertida possível. Esse é o post mais visualizado do blog e não é atoa. Ela já tinha ganhado nossos corações na cobertura da Copa do mundo e esse ano foi dela novamente.

Depois de você – Jojo Moyes 

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Depois de chorar lendo “Como eu era antes de você”, estava curiosa para saber como seria a continuação da história, principalmente pelo final que ganhou o primeiro livro. Eu só fiquei ainda mais encantada e querendo um terceiro com a nova vida da Lou. A autora conseguiu dar uma reviravolta na vida da garota.

A Arte de entrevistar bem -Thaís Oyama

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Esse foi o primeiro livro de jornalismo que eu li e achei incrível. A Thaís conta sobre várias experiências que ela teve entrevistando grandes nomes. Dando dicas e até matando a nossa curiosidade para saber como funciona uma entrevista nos bastidores.

Que esse ano eu tenha ainda mais histórias para compartilhar com vocês aqui no blog e que vocês também leiam muuito. Leitura nos ajuda demais, em vários sentidos ❤

Beeeijos,

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Tag: 50% – Melhores e Piores do 1º Semestre/2016

Quem também estava com saudades de TAG levanta a mão!!! \o/

A Marcela, do blog Devaneios da lua, e a Natália, do blog Only Secret Dreams, me indicaram pra essa TAG toda literária pra falar um pouquinho dos melhores que já li até a metade desse ano! Confesso que li bem menos do que gostaria, mas mesmo assim tive ótimas leituras e todos os livros citados aqui têm resenha pelo blog. Vou deixar o link destacado caso vocês se interessem pelas histórias e queiram saber mais, eles valem a pena, com certeza!

Mas antes de qualquer coisa: Muito obrigada, Má e Nat!!! ❤

1. O melhor livro que você leu até agora, em 2016

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“Tá todo mundo mal”, da Jout Jout. Resenha dele aqui

2. A melhor continuação que você leu até agora, em 2016

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“Depois de você”, da Jojo Moyes. Resenha dele aqui

3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito

Quero muito ler “A Outra História” da Tatiana Rosney, lançada pela Intrínseca em junho!

4. O livro mais aguardado do segundo semestre

Acho que um dos que eu mais quero ler é o terceiro da trilogia de “Não se apega, não”, da Isabela Freitas! (me corrijam se eu estiver errada, mas acho que lança no segundo semestre rs)

5. O livro que mais te decepcionou esse ano

Por enquanto, nenhum.

6. O livro que mais te surpreendeu esse ano

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“Garota Exemplar”, da Gillian Flynn. Resenha dele aqui

7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente)

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Os primeiros livros da Jout Jout e da Fernanda Gentil, “Tá todo mundo mal” e “Gentil como a gente” (Resenha dele aqui), com certeza ganharam meu coração.

8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente

Will Traynor que me perdoe, mas Sam também me ganhou em “Depois de você”.

9. Seu personagem favorito mais recente

Que difícil 😦 Me apego muito à todos os personagens, mas uma das mais recentes que conheci foi a Lily de “Depois de você”.

10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre

Nenhum dos que li me fizeram chorar (raramente choro com livro)!

11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre

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“O livro do Bem”, de Ariane Freitas e Jessica Grecco. Resenha dele aqui 

12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora, em 2016

“Como eu era antes de você”, sem dúvidas.

13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo)

Outra impossível de dizer hahahaha Sempre gosto muito das resenhas que vejo aqui na blogosfera, mas uma pessoa que sempre fala sobre os livros que mais me deixam com vontade de ler é Vera (musinha ❤ hahaha), do blog Extraordinariando.

14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano.

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Já que já citei “Depois de você”, vou falar outro da Jojo Moyes que também é muito amor: “A garota que você deixou para trás”. Resenha dele aqui

15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?

Fiz uma lista de alguns dos que eu mais quero ler em um post aqui no blog:

“Wishbooks-5 Livros que quero ler”

Gente, vou deixar essa TAG em aberto pra todos que quiserem fazer! Façam messsmo e me mandem o link, vou adorar saber o que vocês andam lendo e indicam ❤

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Sugestões serão sempre muito bem-vindas!!!

Beeeijos ❤

 

5 Melhores conselhos que eu já recebi na vida!

Eu sempre fui do tipo que sentava e escutava as amigas, era meio que a conselheira do grupo. Sou muito observadora, muito mais do observar do que o do falar, por isso talvez eu enxergasse as coisas com mais clareza e tentava, do meu jeito meio sem jeito, falar o que pensava. E mal elas sabiam que ali, enquanto eu tentava aconselhar, estava também aconselhando a mim, mesmo que eu não fizesse parte do que estava acontecendo no meio. Gosto de ver a situação de vários ângulos e tento aprender com cada situação, sempre fui assim, sempre faço comparações no dia a dia e tenho os tão falados “insights” (aprendi isso na terapia, achei chique ;)). Por ser tão eu comigo mesma, também sempre tive dificuldade em chegar e pedir ajuda, dificuldade em falar o que está se passando, o que estou sentindo (olha onde a escrita surgiu aí). Mas mesmo sem ir atrás de um help, se a gente quiser, aprendemos o tempo todo. E tem algumas frases que marcam e fazem com que a gente reflita. Hoje vou compartilhar algumas delas com vocês, pra gente começar a semana leve e sem pesos desnecessários!

1- “Não se dê desculpas!”

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Sabe quando a gente diz que quer muito algo mais fica cheio dos “mas”? “Ai, mas agora eu não posso por causa disso” “Ai, mas fulano…” “Ai, mas e se…”. Então, não tem essa! Vou repetir pausadamente: Não. Tem. Essa. Entendeu ou eu preciso soletrar? N-ã-o T-e-m E-s-s-a. Poderia desenhar também, mas primeiro que esse dom me falta e segundo que se alguém precisa desenhar na sua cara que pra ter o que você quer, você precisa ir em busca e não ficar dando desculpa, então você precisa repensar se quer realmente isso ou só usa para ficar reclamando sobre sua insatisfação. Sou um exemplo de pessoa? Não. Mas eu tento, pelo menos.

2- “Não tenha vergonha de voltar atrás!”

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Essa frase me falaram quando eu estava mudando da casa dos meus pais pela primeira vez e ela ficou martelando na minha cabeça cada segundo dos dias em que eu estava tomando a decisão de largar uma faculdade que já não me satisfazia mais e me dava pânico só de pensar que eu tinha que ir pra aula. Eu estava totalmente infeliz. Não só pelo curso, mas por ter que deixar para trás tudo o que para mim foi um sonho um dia. Infelizmente a vida é assim. Às vezes a gente quer e idealiza tanto algo, que aquilo não é capaz de suprir nossas expectativas quando acontece de verdade. Cabe a nós entender que desistir não é fracassar, muito pelo contrário, significa que você tentou e a gente nunca vai saber se não tentar. Começar do zero pode ser um pouco desesperador e parecer um caminho perdido, mas é uma folha em branco pronta para ser escrita de novo, do jeito que você quiser.

3- “Não fique se explicando o tempo todo!”

Isso foi até mesmo um tema que chegou à terapia, porque eu tentava me explicar por tudo o tempo todo e não entendia que muita coisa não tem que ser explicada, por mais que as pessoas busquem um porquê. Às vezes um “Não” é um simples “Não” e ele se torna tão difícil de se dizer por querermos dar explicações desnecessárias. Enquanto eu planejava esse post, depois de já ter colocado essa questão em pauta, eu vi um vídeo da Jout Jout que traduz exatamente tudo o que gostaria de dizer:

4- “Ninguém é tão ocupado assim, é tudo uma questão de prioridade!”

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“Lá vem com a mesma desculpinha de sempre”

Sabe aquela pessoa que te deixa dias no Whatsapp sem resposta, que some do nada, que vive dando desculpa por não te procurar ou por recusar saídas e quando volta é sempre com um “Muita correria”. Tudo bem, às vezes nós estamos ocupados mesmo, a vida cobra muito, há fases mais puxadas. Mas se isso é frequente, entenda: há outras coisas mais interessantes que estão tomando o tempo dela, ou simplesmente não tem nada e ela não está afim de conversar ou o que seja. O resumo desse tópico nos leva diretamente a próxima e última questão:

5- “Quem quer, faz!”

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Nós PRECISAMOS falar sobre: “Tá todo mundo mal” da Jout Jout!

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Mas antes de falar do livro, nós precisamos falar sobre esse ser humano incrível chamado Julia. Sério. Eu não tô sabendo nem o que falar direito e talvez esse começo de  post fique bem confuso, ou sem nexo, mas eu preciso tentar explicar de alguma forma o que essa pessoa consegue transmitir. E um obrigada gigante pra quem (Rafael, meu house matte) me fez assistir alguns vídeos dela, no começo ano, mesmo quando eu já sabia da sua existência e não tinha ainda tirado um tempo para conhecer esse amor em forma de gente.

Julia é simplesmente quem (para os ET’s que, como eu, perderam tempo não a conhecendo antes)? É a pessoa que fala o que pensa, do jeito mais “dela” possível, fazendo pessoas “felizinhas” (como ela mesma diz e cita várias vezes no livro).

Quando eu soube que teria um livro dela fiquei como? EU PRE-CI-SO! Porque se falando essa mulher já é incrível, imagina escrevendo (confesso que gosto de ler mais do que de ouvir palavras de outras pessoas,  porque ali é quando ela joga o verdadeiro ela mais do que nunca). Então um belo dia entro despretensiosamente em uma livraria (como se a gente acreditasse que eu iria sair de lá com as mãos abanando) e dou de cara com com ele. Quase chorei. Mentira, isso foi depois de lê-lo, mas só de pensar que dei de cara com ele e agarrei na mesma hora e li todas essas coisas maravilhosas, quase choro. Porque só eu sei, Deus do céu, o quanto eu me identifiquei com esse ser e me senti entendida na vida. E – pasmem- decidi o que quero dela, a vida (pelo menos nas últimas 60h ainda não mudei de opinião).

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O selo na capa do livro já nos mostra o que esperar das 196 páginas (que eu li em 6 horas querendo mais 400 delas), “o livro das crises”.

O prefácio é de Caio, namorado de Jout Jout, que conta como foi a primeira vez em que ela mostrou à ele as coisas que escrevia e quando, então, teve coragem de lidar com as críticas, coisa que morria de medo e chegou a chorar (como diz o trecho acima). E todo o resto do livro é apenas Julia sendo Julia.

Contos e crônicas sobre crises que encontramos ao decorrer da vida, claro que com um toque humor e um jeito tão simples e fácil de ler e se identificar, que só poderia vir dela. Contando sobre várias fases da sua vida, “apresentando” alguns amigos mais próximos e não deixando de citar diversas vezes o companheiro, Caio. Desde “A crise constante que era ter um Tamagotchi” onde ela fala sobre a dificuldade de ser mãe de um dinossauro aos 6 anos, até “A Crise da Ausência de Talentos” onde se compara com alguns amigos que já tinham uma vocação na vida e diz que foi difícil encontrar uma coisa na qual fosse realmente boa.

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É impossível não ler o livro imaginando ela contando cada história com sua voz e o seu jeito que, vamos combinar, é único. E eu não sou de ficar “puxando sardinha”, não sou o tipo de fã que fica louca, delira e faz o maior escândalo, mesmo para aqueles em que eu sempre dediquei minha admiração. Mas Julia, não a Jout Jout do Youtube, o ser humano Julia, trouxe à mim uma coisa que vem sendo novidade nos últimos meses, desde que passei a me dedicar à coisas que eu amo fazer: A emoção de me encontrar no que quero ser e fazer na vida.

E, antes de terminar o post, vou deixar que ela diga algumas coisas em um trecho do livro:

A Crise da Aversão à Estética

Hoje coloco meu cabelo de lado sem medo de as pessoas pensarem que estou me achando. Faço a unha, hidrato o cabelo quando dá vontade, não acho que malhar é sinônimo de futilidade, me maquio – mal, mas ainda assim conta -, prefiro usar roupas que favorecem meu corpo e não tenho problema em fazer clareamento nos dentes, coisas que soavam absurdas para mim em tempos de renúncia à vaidade. Tudo isso porque demorei para descobrir que as coisas que faço com meu corpo são para meu desfrute exclusivo e nada têm a ver com meus amigos, família e muito menos com os colegas de classe.

É o mesmo que falar “essa menina não tem noção de ridículo.” O que é noção de ridículo? Eu nunca soube. Quem define esse ridículo? Como os seres humanos todos podem ter a noção do que é ridículo e do que não é? Ninguém pode definir o que é fútil para mim, ninguém decide o que posso ou não fazer. Afinal, é o meu corpo. Assim como eu decido se vou cortar ou não o cabelo da minha Barbie. Não importa, de verdade, se a minha prima acha que é uma má ideia. A boneca é minha, o corpo é meu, eu decido.

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