Hoje eu passei o dia refletindo. Lembrei de alguns momentos, fantasiei outros, mas não subiu o nó na garganta. Hoje não. Hoje eu poderia ter me me aborrecido por falta de consideração, me ofendido por coisas que se tornaram grandes demais em outra época. Hoje não. Hoje eu poderia mais uma vez ter ido atrás ou perguntado para aquela amiga em comum se tem tido notícias. Não, hoje não.

Hoje eu fui o que me tornei graças a tudo o que ele sempre tentou me avisar sobre os outros. Os outros que se tornaram ele – que nunca poderá ser comparado a ninguém.

Sobre ser grato

Bom dia, lindjos!!!

Voltamos das férias, é isso mesmo??? É isso sim! Hahahaha Depois de uma bela (e merecida) férias, voltei cheia de energia e saudade de escrever nesse lugarzin lindo!

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Como eu disse no meu último post, fui viajar. Foi incrível. Vivi muita coisa legal, conheci muita gente, ri bastante, me diverti!!! Infelizmente minha internet estava uma droga e eu não consegui compartilhar nada com vocês no insta do blog, como disse que faria. Masss estamos de volta. Quero me dedicar mais ao insta, porque eu AMO fotinhos e é uma das redes sociais preferidas, quero compartilhar muito amor com vocês por lá também. Então não esqueçam de seguir: @sorrirparaencantar.

E hoje, como é meu primeiro post depois desse tempinho e o dia em que tudo está voltando a rotina (olá, faculdade!), queria MUITO falar sobre algo leve, lindo e feliz, pra começar essa nova etapa em um clima bem good vibes mesmo Hahahaha

Eu gosto muito de falar sobre gratidão e o quanto ela muda a nossa vida a partir do momento que passamos a te-la dentro de nós. E falo isso porque mudou a minha.

Dia desses estava perambulando pelo Tumblr e dei de cara com um textinho que resume exatamente como funciona essa troca de boa energia e gratidão com o mundo. Não poderia deixar de compartilhar aqui com vocês:

“Quando você agradece pelas pequenas coisas, mostra que está pronto pra receber maiores. Por exemplo, pense comigo, se você tivesse um filho pequeno e desse um carrinho da Hot Wheels pra ele e ele só dissesse um obrigado seco, você sentiria vontade de dar presentes melhores? Mas, e se, ele agradecesse com entusiasmo e fizesse um super desenho dele com você e o carrinho, o que você faria? Eu teria vontade de na próxima dar um carrinho de controle remoto, a gasolina ainda, haha. Parece simples, mas muitas vezes nos esquecemos disso. A gratidão abre as portas. E não devemos ser gratos somente àqueles que podem nos dar alguma coisa, mas até mesmo às pessoas que parecem invisíveis no nosso dia a dia. Comece a agradecer e, aos poucos, tudo começa a mudar. E você vai começar a perceber o quanto sua vida é realmente boa. Que tal agradecer pela comida que você tem a mesa, pela sua casa, pela sua família e pelos seus amigos? Que tal mandar uma mensagem agora pra aquela pessoa que tem te ajudado todos os dias e você não tem dito isso a ela, não tem expressado o quanto ela é especial na sua vida?”

Que sejamos gratos, sempre e em qualquer situação.

Beeeijos,

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Prepara que lá vem textão: Férias + Reflexão

Hoje é quarta, dia de texto, mas não tem texto – dependendo de como você enxergar esse post. Percebi que a maioria das coisas que tenho escrito são reclamações, mesmo que sempre acabem em um tom de conselho – esse meu lado aspirante-a-psicóloga-especializada-nos-problemas-das-amigas não me larga. Mas, tudo bem, eu só comecei a escrever porque tinham coisas que precisavam ser jogadas em palavras. E isso se tornou muito mais que desabafos trancados a 7 chaves.

Minhas palavras se tornaram um blog, que se tornou em muitas outras oportunidades nesse meio. Sou tão grata. Sou tão feliz. Cresci tanto. Conheci tanta gente. Escutei tanta coisa. Aprendi a me amar. Tem coisa mais linda que isso?

A internet é uma coisa doida. A gente se sente íntima de pessoas que nem sabem da nossa existência. A gente escuta verdades que nos fazem lidar com nossos monstros internos. A gente se liberta. Eu me libertei.

Há dois anos eu fiz uma viagem sem medo de ser feliz. Estava com pessoas de bem – meus amigos – que sempre me incentivaram a ser como eu realmente sou. E eu fui. Não fiquei mais trancada dentro do quarto, quase virei um peixe de tanto que entrei na água (de maiô, um avanço, diga-se de passagem), desci de um escorrega no meio do mar – minha mãe me perguntou quem era aquela e o que tinham feito com a filha dela quando mandei o vídeo. Tudo isso fez mudar meu conceito de férias-praia-calor.

Não que o resto do ano tenha sido maravilhoso, não foi. Passei por uma série de mudanças, tive que me enxergar de verdade. Esse foi o ponta pé inicial para o ano seguinte (que foi ano passado). Nunca fiz tanta coisa ao mesmo tempo. Era como se eu estivesse colocando em prática tudo aquilo que eu sonhei por anos antes de dormir, de uma vez só. E só agora, longe de toda a loucura, eu consigo ver quão grande foram os passos que eu dei. Foi incrível.

Tá, Nayara, mas o que isso tem a ver?

No meio de toda essa reflexão durante esses dias que estou passando na casa dos meus pais, vi que esqueci de lembrar de mim. Esqueci de respirar fundo, de entender qual era o real problema quando eu me sentia mal. Percebi que descontei em coisas e pessoas que em nada tinham a ver. Não me dei um tempo para relaxar, para pensar em mim, em tudo o que estava rolando. Só segui o fluxo. E, mesmo já tendo aprendido, engoli sapos que não eram meus. Ouvi coisas que não deveriam ser disparadas para mim. Me esgotei.

Nesse exato momento em que eu escrevo e começo a lembrar de tudo, eu sinto uma gratidão muito, muito, muito grande. Mas, ao mesmo tempo, me sinto muito, muito, muito cansada – e nem é cansaço físico.

Hoje eu vou viajar. Para o mesmo lugar que fui com os meus amigos dois anos atrás, mas sem eles dessa vez. Estou ansiosa. Não só porque vou poder descansar, mas também porque quero saber como será essa viagem. Me sinto muito mais aberta e confiante sobre o meu corpo, mas vai ser um desafio. Quero muito acordar cedinho pra ver o nascer do sol, quero tirar muitas fotos, quero entrar no mar com meu maiô sem medo de ser feliz, quero refletir, quero descansar.

Eu estou trabalhando nessas férias desde o final de dezembro e algumas coisas têm me sufocado. Por esse motivo, também tomei algumas decisões. A primeira delas é de que não vou mais fazer qualquer coisa por obrigação, seja aguentar situações que me fazem mal ou fazer posts no blog.

Eu tenho, sim, muitos planos aqui pro meu cantinho e quero realizá-los esse ano, mas não vou conseguir fazer nada bem feito se não estiver com a mente descansada, por isso não teremos posts durante os próximos dias. O post do 7S está agendado sem falta para a próxima terça e os posts do QG ficarão sob responsabilidade do diretor, Lucas, até o dia 25.

Ainda não sei se isso é uma reflexão, um monte de pensamentos aleatórios, se é um incentivo à ser feliz do jeitinho que é, a pensar mais em você, uma carta explicativa ou simplesmente um desabafo. Talvez seja tudo isso ao mesmo tempo.

Eu só queria dizer que vocês não precisam aguentar coisas e pessoas que não os fazem bem. De maneira alguma. Não se sintam na obrigação e a pressão de parecerem sempre legais ou simpáticos e ser algo que não são. Ou não se amar do jeito que é. Pensem em vocês. Não fiquem loucos. Desejo isso do fundo do meu coração. Fiquem bem!

Com amor,

Nayara Rosolen

Que ano! #EspecialQG

Dois mil e dezesseis: o ano em que tinha tudo para ser só mais um daqueles em que a gente olha para trás e diz “Mas já? Nem vi nada acontecer”. Quem dera, em alguns momentos, podermos apagar. Que bom que somos capazes de vários outros na memória poder guardar.

Foi com medo. De errar, de apressar, de ter que voltar, de não dar conta, de desistir, de não ser como eu imaginei. Nunca é. Às vezes decepciona, às vezes é bem melhor do que a gente sonha. E está aí a graça de viver tudo isso, de se jogar e acreditar em algo que a maioria das pessoas não dão a mínima. Esse ano eu fui felicidade, fui realização, gratidão, saudade e também decepção – faz parte. Fui principalmente construção, de coisas que já viviam comigo há anos.

Nos últimos 365 dias eu vi tristeza, vi tragédias, chegadas e partidas. Vi sorrisos, momentos compartilhados, sintonia que parecia ensaiada. Eu vi sonhos se realizando diante dos meus olhos. Mas, acima de qualquer coisa, eu vi mudança. Vi amadurecimento, crescimento de sementes que foram plantadas há muito tempo – e aprendi que cada coisa tem seu momento. Sabe quando você olha pra trás e pensa “nem acredito que isso está acontecendo”?

2016 foi a realização de tantos momentos passados e repassados na cabeça. Que, aliás, não foram como no roteiro. Ainda bem – ficamos abertos a tantas melhores possibilidades quando desapegamos de uma verdade que nós mesmos criamos e julgamos ser absoluta.
Respirei novos ares e conheci caras novas, o que que me fez decepcionar bastante. Mas aprendi que só assim a vida poderia me ensinar. Passei a selecionar. Não com quem me relacionar, mas o que doar de mim para cada um. Entendi que ninguém pode vir antes da gente e que engolir palavras faz tudo ficar amargo demais por dentro.

O final desse capítulo foi mais do que tudo: lição! Vamos para o próximo. Com medo mesmo. Mas com a certeza de que nada é em vão e de que tudo e todas as dificuldades, serão recompensados. Um novo ciclo se inicia a partir daqui.

Que em 2017 a gente viva tudo aquilo não conseguimos ou não nos permitimos viver em todos os anos anteriores. E que venham também os tombos, para que possamos nos tornar pessoas ainda melhores. Mas, antes de qualquer coisa, que a gente aprenda que quem faz o ano somos nós.

Ah, e que a gente nunca deixe de sorrir e agradecer em qualquer situação.

Nayara Rosolen

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#PqNão Dizer não?

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Imagem: WeHeartIt

Não. Hoje não. Não, obrigada. Não estou afim. Não quero ir. Não posso fazer. Não, eu não estou disponível. Porque não.

Sabe aquela história de que “não” não é resposta? Pois eu lhes digo: “Não” é resposta, sim! Nós não precisamos estar sempre nos explicando, argumentando, nos desculpando, dando satisfação de todas as nossas vontades. É simples. Se eu quero é porque eu quero, é da minha vontade, eu quis e não tenho que ficar respondendo a qualquer questionamento ridículo que espera um motivo muito maior pra tudo. O mesmo vale se o sentimento for contrário. Lembra quando sua mãe dizia que “não é não”? Pois é… Um não é só um não, mas ele já deixa claro que simplesmente não é do nosso desejo. Ponto.

Até aí, tudo bem, na teoria é fácil entender. Difícil é colocar em prática algo que poderá te tornar grosso, mal educado ou mesmo “sem coração” do ponto de vista de alguns. E isso importa? Não. Por quê? Porque não. Nós não precisamos e não devemos concordar só porque é alguém muito próximo ou porque não queremos magoar. Algumas pessoas que me desculpem, ou não, mas ninguém obrigado a seguir algo só porque elas acham ser a verdade absoluta, aceitar todos os desaforos ou fazer tudo que acham que devem.

Somos mal acostumados, um “não” parece ser sempre uma pedra no caminho, gostamos de ter tudo do nosso jeito. Mas não faça obrigado o que não é de sua vontade e não espere que as pessoas façam ou concordem com o seu modo de pensar também.

Uma coisa precisa vir ante de qualquer outra: o respeito. Com nós mesmos e com os outros.

Nayara Rosolen

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Permita-se.

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Dia desses me peguei pensando em como o mundo anda tão corrido que acabamos nos esquecendo de parar, respirar e nos enxergar de verdade, buscar fazer aquilo que realmente nos faz feliz. Até que ponto vale a pena deixar nossos sonhos por aquilo que traz mais remuneração ou status? Será que vale mesmo a pena?

É verdade que o mundo cobra e nos apressamos cada vez mais em busca de suprir toda essa necessidade de crescer logo que nos impõem, ou acabaremos ficando pra traz – é o que dizem. Mas para mim, com toda a sinceridade, acho que nos deixamos para trás a partir do momento que passamos a viver pela expectativa do mundo, ao invés de lutar por aquilo que nos daria nossa própria realização e superaria nossas próprias expectativas.  Estamos aqui para viver e, até onde eu sei, é apenas por uma vez. Ter coisas valiosas é interessante, mas o que realmente interessa são os valores que existem dentro de você, e isso ninguém pode roubar.

Nos boicotamos a cada dia que passa com a ideia de que vale muito mais ter do que ser e viver pelo que faz nosso coração vibrar, seja para conseguir entrar em determinada classe social ou por acharmos que o dinheiro compensa muito mais. É verdade também que com isso podemos ter muito mais coisas, mas isso de acumular mais e mais, só me dá a impressão de que precisamos preencher alguma coisa que nos está faltando por dentro, ou talvez não esteja conseguindo ser colocado pra fora.

Amadurecer não é deixar de lado todos aqueles sonhos de infância e adolescência que julgamos “impossíveis”, mas ter força e coragem para alcançá-los. Nos esquecemos que o sucesso só vem com muita dedicação e persistência, duas coisas que só são geradas pelo amor ao que se faz. Não importa o que as pessoas digam, são os seus desejos e é você quem vai vive-los. Se forem grandes demais ou não, quase, e eu disse quase, impossíveis ou não, se você está tirando os pés do chão ou não, isso só se diz respeito a você. A escolha será sempre única e exclusivamente sua.

Permita-se.

Nayara Rosolen