Precisamos falar sobre: Autoestima! 

Autoestima é um assunto que gera muita discussão e tem sido muito abordado, principalmente nos últimos anos. Pode ser apenas impressão minha, mas o que vejo acontecendo é simplesmente a libertação de cabeças pequenas alimentadas com muito preconceito. Temos cada vez mais pessoas falando sobre assuntos tidos como tabu, sempre colocando em pauta o amor próprio e a consciência de que você pode ser como quiser, sem se importar com o que os outros pensam.

Infelizmente muitas situações tristes têm acontecido para que os assuntos sejam destacados, mas o princípio é único: não importa sua cor, raça, religião, opção sexual, condição física… Nada justifica violência física ou psicológica, relacionamentos abusivos, exclusões e tudo o que influencia na imagem que você tem de si mesmo. Não dá para admitir que uma pessoa tenha vergonha de sair na rua ou colocar um determinado tipo de roupa porque se encontra fora do “padrões”. É um absurdo que pessoas ainda disseminem a ideia de que só existe um modelo aceitável quando na verdade a gente sabe que há diversos tipos de genes que tornam cada pessoa com um estilo único dentro do que é permitido com a sua estrutura. E, vamos combinar, cada um tem uma beleza única dentro e fora de si, algumas pessoas simplesmente não consegue enxergar ou tem essas características mascaradas por palavras ou pelo modo com que é tratada, o que a deixa insegura e com baixa autoestima.

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Posso dizer por mim que não me aceitava ou gostava do que sou porque a vida toda me disseram que eu só poderia ser feliz se tivesse um determinado corpo. E se eu fosse falar sobre essa situação em específico daria um post inteirinho de uma adolescência perturbada, mas até entender que a opinião das pessoas não deveriam e não devem interferir nas minhas escolhas e felicidade, foi um longo trabalho psicológico. E ainda é. É um trabalho psicológico diário.

Esse fim de semana vi um vídeo lindooo no canal do YouTube da Paola Antonini. Pra quem não sabe, a Paola sofreu um acidente no final de 2014 e perdeu uma perna, quando estava colocando as malas no carro para uma viagem de virada do ano e foi atingida por outro carro. Mesmo assim, não deixou que isso abalasse sua vida e vive de uma maneira incrivelmente linda e positiva. É sério, a luz e a energia dela vão te contagiar com esse vídeo:

 Como anda a sua autoestima? Esses “defeitinhos” que você pensa ter vem de você mesma querendo melhorar ou é só aquela velha pressão da sociedade te incentivando a seguir um padrão que na verdade não existe? Reflita!

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Nós PRECISAMOS falar sobre: “Tá todo mundo mal” da Jout Jout!

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Mas antes de falar do livro, nós precisamos falar sobre esse ser humano incrível chamado Julia. Sério. Eu não tô sabendo nem o que falar direito e talvez esse começo de  post fique bem confuso, ou sem nexo, mas eu preciso tentar explicar de alguma forma o que essa pessoa consegue transmitir. E um obrigada gigante pra quem (Rafael, meu house matte) me fez assistir alguns vídeos dela, no começo ano, mesmo quando eu já sabia da sua existência e não tinha ainda tirado um tempo para conhecer esse amor em forma de gente.

Julia é simplesmente quem (para os ET’s que, como eu, perderam tempo não a conhecendo antes)? É a pessoa que fala o que pensa, do jeito mais “dela” possível, fazendo pessoas “felizinhas” (como ela mesma diz e cita várias vezes no livro).

Quando eu soube que teria um livro dela fiquei como? EU PRE-CI-SO! Porque se falando essa mulher já é incrível, imagina escrevendo (confesso que gosto de ler mais do que de ouvir palavras de outras pessoas,  porque ali é quando ela joga o verdadeiro ela mais do que nunca). Então um belo dia entro despretensiosamente em uma livraria (como se a gente acreditasse que eu iria sair de lá com as mãos abanando) e dou de cara com com ele. Quase chorei. Mentira, isso foi depois de lê-lo, mas só de pensar que dei de cara com ele e agarrei na mesma hora e li todas essas coisas maravilhosas, quase choro. Porque só eu sei, Deus do céu, o quanto eu me identifiquei com esse ser e me senti entendida na vida. E – pasmem- decidi o que quero dela, a vida (pelo menos nas últimas 60h ainda não mudei de opinião).

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O selo na capa do livro já nos mostra o que esperar das 196 páginas (que eu li em 6 horas querendo mais 400 delas), “o livro das crises”.

O prefácio é de Caio, namorado de Jout Jout, que conta como foi a primeira vez em que ela mostrou à ele as coisas que escrevia e quando, então, teve coragem de lidar com as críticas, coisa que morria de medo e chegou a chorar (como diz o trecho acima). E todo o resto do livro é apenas Julia sendo Julia.

Contos e crônicas sobre crises que encontramos ao decorrer da vida, claro que com um toque humor e um jeito tão simples e fácil de ler e se identificar, que só poderia vir dela. Contando sobre várias fases da sua vida, “apresentando” alguns amigos mais próximos e não deixando de citar diversas vezes o companheiro, Caio. Desde “A crise constante que era ter um Tamagotchi” onde ela fala sobre a dificuldade de ser mãe de um dinossauro aos 6 anos, até “A Crise da Ausência de Talentos” onde se compara com alguns amigos que já tinham uma vocação na vida e diz que foi difícil encontrar uma coisa na qual fosse realmente boa.

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É impossível não ler o livro imaginando ela contando cada história com sua voz e o seu jeito que, vamos combinar, é único. E eu não sou de ficar “puxando sardinha”, não sou o tipo de fã que fica louca, delira e faz o maior escândalo, mesmo para aqueles em que eu sempre dediquei minha admiração. Mas Julia, não a Jout Jout do Youtube, o ser humano Julia, trouxe à mim uma coisa que vem sendo novidade nos últimos meses, desde que passei a me dedicar à coisas que eu amo fazer: A emoção de me encontrar no que quero ser e fazer na vida.

E, antes de terminar o post, vou deixar que ela diga algumas coisas em um trecho do livro:

A Crise da Aversão à Estética

Hoje coloco meu cabelo de lado sem medo de as pessoas pensarem que estou me achando. Faço a unha, hidrato o cabelo quando dá vontade, não acho que malhar é sinônimo de futilidade, me maquio – mal, mas ainda assim conta -, prefiro usar roupas que favorecem meu corpo e não tenho problema em fazer clareamento nos dentes, coisas que soavam absurdas para mim em tempos de renúncia à vaidade. Tudo isso porque demorei para descobrir que as coisas que faço com meu corpo são para meu desfrute exclusivo e nada têm a ver com meus amigos, família e muito menos com os colegas de classe.

É o mesmo que falar “essa menina não tem noção de ridículo.” O que é noção de ridículo? Eu nunca soube. Quem define esse ridículo? Como os seres humanos todos podem ter a noção do que é ridículo e do que não é? Ninguém pode definir o que é fútil para mim, ninguém decide o que posso ou não fazer. Afinal, é o meu corpo. Assim como eu decido se vou cortar ou não o cabelo da minha Barbie. Não importa, de verdade, se a minha prima acha que é uma má ideia. A boneca é minha, o corpo é meu, eu decido.

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